A EXPANSÃO DOS FRONTS AGRÍCOLAS E PLANEJAMENTO AMBIENTAL E TERRITORIAL NO NORDESTE BRASILEIRO

  • Anézia Maria Fonseca Barbosa
  • Jailton de Jesus Costa
Palavras-chave: Fronts agrícolas. Planejamento ambiental e territorial. Nordeste brasileiro.

Resumo

Nos últimos trinta anos, a região Nordeste do Brasil tem passado por profundos processos detransformações estruturais no campo, e em especial, nas áreas que compreendem o bioma Cerrado. Aexpansão dos fronts agrícolas nesta região proporciona a cada ano, um novo planejamento ambiental eterritorial, que têm contribuído fortemente para mudanças geoambientais locais, na medida em que, oprocesso de uso e ocupação vem modelando de, forma acelerada, as feições da paisagem nestaslocalidades. Desta forma, o objetivo principal deste artigo foi analisar como a consolidação dos frontsagrícolas tem contribuído para o direcionamento do planejamento ambiental e territorial no Nordestebrasileiro, sobretudo no Estado do Piauí. Para isso, o percurso metodológico seguido foi em primeirolugar, um levantamento da bibliografia ora pertinente a temática e a realização de um trabalho decampo onde foram feitas entrevistas informal e formal junto à comunidade local, sobretudo comgestores de órgãos públicos, seguido de um levantamento fotográfico. Com base nisto, verificou-seque a expansão dos fronts agrícolas no Nordeste, e em especial no Piauí, tem levado a umadinamização socioambiental destas localidades e, que a aplicação de estudos que relacione aGeoecologia da Paisagem como concepção teórica norteadora, é muito eficaz na região, pois articulaos elementos dos sistemas naturais e antrópicos na compreensão da dinâmica da paisagem como basede conhecimentos essenciais aos estudos de planejamento ambiental e territorial.
Publicado
2012-11-16
Como Citar
Fonseca Barbosa, A. M., & Jesus Costa, J. de. (2012). A EXPANSÃO DOS FRONTS AGRÍCOLAS E PLANEJAMENTO AMBIENTAL E TERRITORIAL NO NORDESTE BRASILEIRO. REVISTA GEONORTE, 3(6), 379 - 389. Recuperado de https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/1954