REVISTA GEONORTE //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte <p>A <em><strong>Revista Geonorte</strong></em>, do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFAM, possui o Identificador Internacional de Objeto Digital – <strong><em>Digital Object Identifier</em></strong> (<strong>DOI</strong>). Avaliada pelo <strong>Qualis Capes</strong> como <strong>A3 em Geografia.</strong></p> <p>A <strong>Revista Geonorte</strong> é uma revista eletrônica do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Amazonas que tem por finalidade publicar e divulgar trabalhos de cunho geográfico e de áreas correlatas. Os trabalhos de cunho geográficos compõem um conjunto de temas específicos da <strong>Geografia Física e Geografia Humana</strong> e áreas técnicas <strong>(Cartografia e Geoprocessamento</strong>) além de aspectos eminentemente associados à epistemologia do saber geográfico, como aqueles onde a interdisciplinaridade das áreas afins da Geografia se faz presente.</p> <p>A forma de publicação é semestral/fluxo contínuo, onde os trabalhos submetidos são avaliados por pareceristas que atuam na área de conhecimento em que o manuscrito foi encaminhado.</p> <p>O conselho editorial da Revista é compostos por profissionais de diversas áreas dentro de Geografia e áreas afins, que atuam em Universidades de todas regiões do Brasil e em universidades do exterior.</p> <p><strong>Política de acesso livre</strong></p> <p>Esta revista possui acesso aberto e todo seu o conteúdo está disponível gratuitamente. Os usuários podem ler, baixar, copiar, distribuir e usar os artigos sem necessidade de permissão prévia do editor ou autor.</p> <p><strong>Atualmente a Revista Geonorte está indexada na seguintes bases: </strong></p> <p>Latindex, Directory Of Open Acess Journal, Diadorim, Livre, Sumários.org, Base, Google Acadêmico, CiteFactor, EZ3, General Impact Factor, Cross Ref, Ibicit oasisbr, OCLC WorldCat, Scientific Indexing Service, TIB, WorldWideScience <em>Alliance</em>, Journal Factor, Redib, DRJI, Eurasian Scientific Journal Index, Academic Resource Index, Cosmo Impact Factor, ISI.</p> <p><strong>DOI</strong> 10.21170</p> Universidade Federal do Amazonas pt-BR REVISTA GEONORTE 2237-1419 <p>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:<br><br></p> <ol type="a"> <ol type="a"> <li>Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a&nbsp;<a href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/" target="_new">Licença Creative Commons Attribution</a> que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</li> </ol> </ol> <p>&nbsp;</p> <ol type="a"> <ol type="a"> <li>Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</li> </ol> </ol> <p>&nbsp;</p> <ol type="a"> <li>Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja&nbsp;<a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_new">O Efeito do Acesso Livre</a>).</li> </ol> ASSOCIATIVISMO LOCAL E O ÊXITO FEMININO NAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS DE 2020 NO BRASIL //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/16127 <p><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0">O presente estudo visa compreender se o associativismo local influenciou </span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0">n</span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0">o sucesso eleitoral d</span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0">e</span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0"> candidatas aos cargos de vereadora e prefeita, nas eleições municipais de 2020, em municípios </span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0">brasileiros </span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0">de pequeno porte demográfico (até 15 mil habitantes) e com baixo Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Para tanto, esses municípios foram selecionados a partir dos bancos de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), totalizando 747. A partir da base de dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), foram identificadas as respectivas associações formalmente registradas e atuantes nas áreas de assistência social, religião, educação e saúde, referenciadas na literatura como de maior participação feminina. Foi calculada a medida da correlação de </span><span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW63855097 BCX0">Spearman</span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0"> entre o número de vereadoras e o de prefeitas eleitas em 2020, e entre estes e a quantidade de associações formais vinculadas às mulheres. Os resultados obtidos indicam correlações fracas (</span><span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW63855097 BCX0">rho</span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0"> de </span><span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW63855097 BCX0">Spearman</span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0"> ≈ 0 e p-</span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0">value</span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0"> &gt; 0,05) para todos os pares testados, isto é, não foi observado correspondência entre o sucesso eleitoral de prefeitas e vereadoras, e vice-versa, bem como, de forma geral, o número dessas organizações civis não está relacionado com o sucesso das vereadoras e prefeitas eleitas.</span></p> Ingridy Nogueira Cruz Daniel Abreu de Azevedo Copyright (c) 2025 REVISTA GEONORTE https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2025-12-30 2025-12-30 16 55 10.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.47.48 DIAGNÓSTICO DO FINANCIAMENTO CLIMÁTICO NAS CIDADES DA AMAZÔNIA //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/16310 <p class="referenciasbibliograficas" style="text-indent: 0cm; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6.0pt 0cm;"><span style="font-size: 10.0pt; color: black;">A Amazônia possui uma rica biodiversidade e cultura singular dos povos originários e tradicionais e sempre despertou o interesse nacional e internacional. A proteção dessa biodiversidade é pauta recorrente nos debates sobre as mudanças do clima e seus impactos na sociedade e meio ambiente. O financiamento climático tornou-se importante nos debates sobre mudança do clima, assim como a necessidade de direcionar parte destes recursos financeiros para a Amazônia e viabilizar a implementação de medidas mitigatória e adaptativas na Amazônia. Contudo, a realidade amazônica não é composta apenas por riquezas ambientais e culturais tradicionais, mas também de cidades com desenvolvimento urbano que concentram a maioria da sociedade e serviços essenciais. Sendo assim, o artigo faz a seguinte indagação: As cidades amazônicas estão inseridas no debate envolvendo as mudanças do clima e o financiamento climático? A metodologia para responder esta indagação utilizou duas etapas que fizeram uso predominantemente de dados secundários oriundos das bases de dados de instituições que financiam e monitoram o fluxo monetário do financiamento climático global e nacional. O resultado obtido permitiu fazer a seguinte afirmação: 5% do financiamento recebido pela Amazônia entre os anos de 1960 e 2019 foram direcionadas às cidades e 1% foi voltado à abordagem das mudanças do clima nas cidades amazônicas. Diante dos dados obtidos e do resultado final, cabe afirmar que a Amazônia recebe expressivo investimento para medidas mitigatórias e adaptativas mediante as mudanças do clima, porém as cidades não estão significativamente inseridas nestes investimentos financeiros.</span></p> Géssica dos Santos Rodrigues Cláudio Fabian Szlafsztein Copyright (c) 2025 REVISTA GEONORTE https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2025-12-30 2025-12-30 16 55 10.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.271.284 VULNERABILIDADE HIDROSSOCIAL NA FOZ DA SUB-BACIA DO RIO MOCAMBO DO ARARI, PARINTINS/AMAZONAS //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/17701 <p class="referenciasbibliograficas" style="margin: 0cm; text-indent: 0cm; line-height: normal;"><span style="font-size: 10.0pt; color: black;">A água é um recurso essencial para a vida humana e para o equilíbrio ambiental, desempenhando papel central na sobrevivência das populações e na construção social. No entanto, sua escassez, especialmente em regiões onde a relação entre o homem e o ambiente hídrico é mais frágil, pode gerar graves impactos nas condições de vida das comunidades. Esse fenômeno é caracterizado como vulnerabilidade hidrossocial, termo que reflete a interdependência entre as comunidades e os recursos hídricos locais, com impactos tanto nos aspectos físicos (como o fornecimento de água e a navegabilidade dos rios) quanto sociais (afetando a qualidade de vida e os serviços essenciais). Este artigo tem como objetivo apresentar a situação atual da vulnerabilidade hidrossocial na sub-bacia do rio Mocambo do Arari, Parintins-Amazonas. A vulnerabilidade hidrossocial nessa região é particularmente visível durante o período de vazante, quando a diminuição do nível da água e o bloqueio da foz por sedimentos dificultam o acesso às áreas de abastecimento e aumentam os riscos para a mobilidade e a sobrevivência das populações locais. Essas mudanças têm afetado diretamente a capacidade de navegabilidade do rio e, consequentemente, provoca a escassez de recursos, que afetam a saúde, a segurança alimentar e o acesso a serviços essenciais. A pesquisa realizada na sub-bacia do rio Mocambo do Arari revelou a importância de restaurar a vegetação ripária e adotar estratégias sustentáveis de manejo dos recursos hídricos. Isso é essencial para mitigar os impactos da vulnerabilidade hidrossocial, garantir a sustentabilidade da região e promover um futuro mais resiliente para as comunidades locais.</span></p> Andréa Barata Teixeira Kelton Pontes de Oliveira Rafael Jovito Souza José Camilo Ramos de Souza Copyright (c) 2025 REVISTA GEONORTE https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2025-12-30 2025-12-30 16 55 10.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.330.345 O BOLSÃO DA FOME E DA POBREZA NA ÁREA CENTRAL DO ANEL DE (DES)INTEGRAÇÃO DO PARANÁ //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/15187 <p>A história da humanidade tem sido, desde o princípio, a história de sua luta pela obtenção do “pão-nosso-de-cada-dia” já dizia Josué de Castro (1961, p. 45). Para tanto, o objetivo desta pesquisa é analisar a fome e a pobreza na Região da Fome e da Pobreza do Paraná (RFPP).&nbsp; A região encontra-se excluída pelo Anel de Integração do estado do Paraná, tornando-se bolsão eminente de problemas sociais e econômicos. Os procedimentos metodológicos utilizados foram: pesquisa quali-quantitativa, além de pesquisas bibliográficas pautadas em autores como Castro (1937), Sen (2010), Santos (2009), Blum (2015) e Fernandes e Ludka (2020). Foram realizadas coletas de dados secundários em órgãos governamentais como: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, do Ministério da Cidadania, do Atlas Brasil e do Portal da Transparência do Governo Federal. Foram constatadas altas taxas de vulnerabilidade social em vários municípios que compõem a RFPP que podem levar à fome, à pobreza e à extrema pobreza.</p> NAYANI MARIA VITORIA DA SILVA SANCHES Vanessa Maria Ludka Sérgio Augusto Pereira Copyright (c) 2025 REVISTA GEONORTE https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2025-12-30 2025-12-30 16 55 10.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.01.18 CONFORTO E DESCONFORTO TÉRMICO AMBIENTAL NO RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO DO MUNICÍPIO DE HUMAITÁ – AMAZONAS //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/16201 <p class="referenciasbibliograficas" style="text-indent: 0cm; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6.0pt 0cm;"><span style="font-size: 10.0pt;">O índice de conforto térmico determina se um ambiente é ou não favorável ao desenvolvimento de alguma atividade. O objetivo deste trabalho foi analisar o nível de conforto e desconforto térmico em um restaurante universitário. A pesquisa ocorreu na área do restaurante universitário do Instituto de Educação, Agricultura e Ambiente – IEAA/UFAM localizado no município de Humaitá/AM. Os dados de temperatura do ar, temperatura do ponto de orvalho e umidade relativa do ar foram coletados de setembro/2022 a agosto/2023 por um Termo-higrômetro (Hobo®) que armazenava médias a cada 15 minutos. Os resultados apontaram julho/2023 como mais quente, índices de conforto térmico (ICH) de 33°C (7h) e 53°C (16h), grau de conforto variando e desconforto insuportável, respectivamente. Em janeiro/2023, fevereiro/2023, março/2023, novembro/2022 e dezembro/2022, os valores mínimos analisados de ICH variou entre 34°C e 35°C (5h e 7h) e 43°C e 46°C (16h e 17h) o que corresponde ao grau de conforto variando e desconforto suportável. Os maiores índices de desconforto térmico ocorreram nos meses de julho e agosto sendo de 92°C (estresse devido ao calor) às 14h, os menores ocorreram nos meses Janeiro/2023, fevereiro/2023, março/2023, novembro 2022 e dezembro 2022 sendo de 73°C e 74°C (4h e 7h), efeito confortável</span><span style="font-size: 12.0pt;">. </span><span style="font-size: 10.0pt;">Assim, a área estudada aparenta ser ideal para as pessoas frequentarem, exceto nos períodos da tarde entre as 13h e 15h, pois esses horários é onde a temperatura atinge um pico muito alto que acarreta um desconforto para quem frequenta o ambiente. </span></p> Lauriane Souza Alves Carlos Alexandre Santos Querino Juliane Kayse Albuquerque da Silva Querino Marcos Antônio Lima Moura Beatriz de Souza Gomes Zeilane Silva Brito Antônio Francisco Nunes Braga Copyright (c) 2025 REVISTA GEONORTE https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2025-12-30 2025-12-30 16 55 10.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.229.241 ORIGEM E EVOLUÇÃO DAS JACUZZIS NATURAIS (MARMITAS) EM PRESIDENTE FIGUEIREDO (AM) //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/17686 <p>As marmitas são geformas exocársticas na forma de depressões circulares encontradas no leito rochoso de drenagens e tradicionalmente associadas à ação abrasiva das águas. Em Presidente Figueiredo (AM), marmitas de grandes dimensões, localmente chamadas de jacuzzis naturais, têm chamado a atenção devido ao seu potencial geoturístico, bem como questionamentos sobre sua formação, uma vez que os modelos hidrodinâmicos tradicionais são incompatíveis com as profundidades dessas geoformas. Esse artigo apresenta a caracterização morfométrica e da geodiversidade nas principais ocorrências das geoformas, com objetivo de promoção da geodiversidade local e utilização sustentável do meio natural na proposta de Geoparque Cachoeiras do Amazonas. As 123 marmitas avaliadas ocorrem em arenitos finos a médios da Formação Nhamundá (Bacia do Amazonas). Predominam aberturas elípticas, do tipo <em>pan</em>, com relação diâmetro/profundidade com tendência linear positiva e eixo maior orientado para o quadrante NW, compatíveis com os principais esforços neotectônicos da região. A origem e evolução de marmitas para jacuzzis naturais envolve escavações iniciais em anisotropias estruturais, coalescência e aumento da geoforma ao longo das anisotropias e a dissolução do substrato rochoso promovido pelo rebaixamento cíclico do lençol freático. A avaliação da geodiversidade classificou os locais como geossítios de relevância nacional e sítio da geodiversidade. As informações foram compartilhadas com os guias de turismo do território e utilizadas na proposição de painéis interpretativos que destacam a geodiversidade local reforçando políticas inerentes a futura implementação do geoparque.</p> Isabela Apoema Souza Roberto Barbosa Alejandro Salazar Copyright (c) 2025 REVISTA GEONORTE https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2025-12-30 2025-12-30 16 55 10.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.130.159 VARIABILIDADE TEMPORAL DO FLUXO DE ELEMENTOS-TRAÇO BIOLOGICAMENTE ESSENCIAIS NA BACIA DO RIO NEGRO – AM //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/16151 <p>Este artigo apresenta resultados de um estudo executado na bacia hidrográfica do Rio Negro, cuja área de drenagem é de aproximadamente 719.000 km², considerado o sexto maior rio do mundo em volume d’água, o segundo maior afluente do Rio Amazonas, contribuindo com cerca de 15% da água que o rio Amazonas despeja no Oceano Atlântico.&nbsp; Buscou-se caracterizar esta bacia quanto a variabilidade temporal do fluxo de elementos-traço biologicamente essenciais (Co, Cu, Fe, Mg, Mn, Mo e Zn). Para isso, utilizou-se a base de dados do Programa Hybam, no período compreendido entre os anos de 2003 a 2018 nas estações hidrométricas de Serrinha, no Rio Negro, e Caracaraí, no Rio Branco. Da análise temporal obteve-se a concentração dos elementos-traço onde a estação Caracaraí revelou as maiores concentrações, quando realizado o fluxo dos elementos, isso se inverteu e os resultados da estação Serrinha mostraram-se maiores que em Caracaraí, explicados principalmente pela descarga líquida de Serrinha ser maior que em Caracaraí, quanto aos parâmetros físico-químicos, estes demonstraram sofrer influência dos regimes hidrológicos. Portanto, este estudo indicou variação temporal dos parâmetros estudados.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Rio Negro; Ciclo Hidrológico; Geoquímica.</p> Leylane Lima Naziano Pantoja Filizola Júnior Bruna Gabriella Matheus de Souza Vaz Mora Nayara Pinheiro Diniz Ednaldo Bras Severo Copyright (c) 2025 REVISTA GEONORTE https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2025-12-30 2025-12-30 16 55 10.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.69.97 ANÁLISE DA VARIABILIDADE E TENDÊNCIA DA PRECIPITAÇÃO NO ESTADO DO PARÁ, BRASIL (1982-2022) //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/16700 <p>Este estudo teve como objetivo analisar a distribuição, o comportamento, a variabilidade e a tendência da precipitação no estado do Pará, Brasil, utilizando séries históricas de dados de precipitação total anual e mensal fornecidos pelo Global Precipitation Climatology Centre (GPCC) para o período de 41 anos (1982 a 2022). A análise estatística incluiu medidas de tendência central, dispersão e separatrizes, seguidas pela aplicação de testes não paramétricos: Mann-Kendall (MK), Spearman e Sen’s Slope, todos com um nível de confiança de 95%. Os resultados revelaram que a precipitação média anual no estado do Pará variou entre 2.433,3 mm e 1.617,8 mm, com uma média de 2.087,8 mm. Observou-se sazonalidade no regime pluviométrico, com um período chuvoso de dezembro a maio, sendo março o mês mais chuvoso, com volumes superiores a 330 mm, e um período menos chuvoso de junho a novembro, com agosto apresentando volumes abaixo de 52 mm. Os testes não paramétricos aplicados indicaram que as tendências observadas nas séries de precipitação anual foram inconsistentes e não significativas, tanto em direção positiva quanto negativa, ao nível de significância de 5% (α = 0,05). Esses achados sugerem que a precipitação anual no estado do Pará não apresenta mudanças significativas ao longo do tempo, evidenciando a necessidade de uma gestão adequada dos recursos hídricos na região, considerando sua variabilidade.</p> Diego Lima Crispim Samara Avelino de Souza França Maria de Nazaré Alves da Silva Rafael Estumano Leal Andreza Lima Mello Sheyla Cristina Silva de Almeida Brasil Copyright (c) 2025 REVISTA GEONORTE https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2025-12-30 2025-12-30 16 55 10.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.285.309 VULNERABILIDADES EM MOVIMENTO //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/17706 <p>A pandemia de Covid-19 impactou globalmente a mobilidade humana, agravando vulnerabilidades preexistentes entre migrantes. No Brasil, a crise sanitária coincidiu com um fluxo migratório significativo de venezuelanos, especialmente para Manaus, capital do Amazonas, um dos epicentros da pandemia. Este estudo investiga as condições de moradia e trabalho dos migrantes venezuelanos em Manaus durante a pandemia, analisando como esses fatores influenciaram sua vulnerabilidade social e sanitária. A pesquisa baseia-se em abordagem qualitativa, com entrevistas semiestruturadas realizadas com 13 migrantes venezuelanos entre 2021 e 2023. Os dados foram tratados por meio de análise de conteúdo, considerando as dimensões da vulnerabilidade social e programática. Os resultados apontam que a ausência de rede de apoio e a precarização do trabalho dificultaram a adesão às medidas sanitárias. A insegurança habitacional agravou o risco de contágio, e a informalidade no emprego expôs os migrantes a jornadas exaustivas sem direitos trabalhistas. Além disso, o medo da discriminação e a barreira linguística restringiram o acesso aos serviços de saúde. A pandemia exacerbou as desigualdades estruturais enfrentadas pelos migrantes, tornando-os mais vulneráveis a despejos, adoecimento e precarização laboral. Esses achados reforçam a necessidade de políticas públicas que garantam segurança habitacional, proteção social como formas de promover o acesso à saúde.</p> <p>&nbsp;</p> Fabiane Vinente dos Santos Adrielly Souza Silva e Silva Cassio Silveira Denise Martin Coviello Copyright (c) 2025 REVISTA GEONORTE https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2025-12-30 2025-12-30 16 55 10.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.190.205 CORRELAÇÃO ENTRE MOVIMENTOS DE MASSA E PLUVIOSIDADE NAS ÁREAS DE RISCO DO MACIÇO DE JABURUNA, VILA VELHA – ES //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/16222 <p>O Maciço de Jaburuna em Vila Velha, Espírito Santo, é uma região de encostas densamente ocupada que tem sido ao longo dos anos afetada por episódios frequentes de movimentos de massa ocasionados por chuvas intensas, trazendo transtornos para sua população e infraestruturas, configurando-se uma área desafiadora para as políticas de Proteção e Defesa Civil e Redução de Risco de Desastres (RRD). O presente artigo propôs-se a desenvolver um estudo de correlação entre movimentos de massa e pluviosidade, de modo a fornecer parâmetros para subsidiar a elaboração de um sistema de alertas antecipado para a referida área. A análise dos resultados do estudo indicou que os intervalos de 6h, 24h e 96h possuem maior influência na deflagração de deslizamentos. Destaca-se que para as chuvas de grande intensidade e curta duração, a análise sugere que podem provocar movimentos de massa independentemente do volume prévio acumulado. Os valores mínimos observados para a ocorrência de eventos geológicos foram de 22,99 mm/6h, 39,22 mm/24h e 53,63 mm/96h, definidos como limiares de monitoramento para níveis de observação. Os valores acima de 39,22 mm/6h; 39,22 mm/24h e 58,08 mm/96h foram definidos como limiares para níveis de atenção. Como limiares para níveis de alerta, estabeleceu-se os valores acima de 93,91 mm/6h; 111,23 mm/24h e 132,05 mm/96h.<strong>&nbsp; </strong></p> Fernando de Almeida Felix Antonio Celso de Oliveira Goulart Ana Christina Wigneron Gimenes Bartolomeu Zamprogno Alessandro José Queiroz Sarnaglia Copyright (c) 2025 REVISTA GEONORTE https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2025-12-30 2025-12-30 16 55 10.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.242.270 DINÂMICA ESPACIAL DOS FOCOS DE QUEIMADAS NO MUNICÍPIO DE BARREIRAS-BA ATRAVÉS DE SATÉLITES POLARES E GEOESTACIONÁRIOS //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/17696 <p class="referenciasbibliograficas" style="text-indent: 0cm; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6.0pt 0cm;"><span style="font-size: 10.0pt; color: black;">O mapeamento de queimadas é essencial para entender a extensão e frequência dos incêndios em uma determinada região, assim como implementar estratégias eficazes de prevenção e resposta. Nesse sentido, esse trabalho tem por objetivo realizar análise espaço-temporal da dinâmica dos focos de queimadas no município de Barreiras – BA, através de satélites polares e geoestacionários, e correlaciona-los com variáveis meteorológicas. Os dados utilizados foram obtidos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (BDQ/INPE,) período de 2013 a 2023, e na PCD (Plataforma de Coleta de Dados Automática) Barreiras. A estimativa de densidade Kernel, estatística e regressões lineares, utilizou-se na correlação dos focos de queimadas com variáveis meteorológicas (temperatura do ar e umidade relativa do ar). No período analisado identificamos 2.124 focos, com média anual de 193, sendo os anos de 2022 e 2023 com as maiores concentrações, 317 e 298, respectivamente, representando 28,95% do total de focos no período. A maior densidade espacial (focos/km²) verificou-se nas áreas centrais do município, e com predominância na porção norte, possivelmente devido às condições ambientais favoráveis à agricultura. A umidade relativa do ar e a temperatura do ar, destacaram-se com maior contribuição na ocorrência dos focos de queimadas no município, evidenciando coeficientes de determinação (R² = 0,78) e 0,38, respectivamente, enquanto a precipitação apresentou a menor correlação (R² = 0,23). Os resultados encontrados poderão subsidiar informações para criação de banco de dados, que auxiliará no controle e na prevenção das perdas ambientais, decorrentes do descontrole do fogo. </span></p> Georje Lincon de Castro Oliveira Elvis Moreira Fabio Corrêa Alves Copyright (c) 2025 REVISTA GEONORTE https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2025-12-30 2025-12-30 16 55 10.21170/geonorte.2025.V.15.N.55.310.329 DESENVOLVIMENTO DE UM MODELO DE RISCO PARA A GESTÃO DE INCÊNDIOS FLORESTAIS NO CEARÁ, BRASIL //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/17824 <p class="referenciasbibliograficas" style="margin-bottom: 6.0pt; text-indent: 0cm; line-height: normal;"><span lang="PT-BR" style="font-size: 10.0pt; color: black;">Este estudo desenvolveu um modelo de risco para a gestão de incêndios florestais no estado do Ceará, Brasil, usando ferramentas de Sistemas de Informações Geográficas. O modelo integra oito variáveis físicas e climáticas, como precipitação, temperatura, evapotranspiração potencial, inclinação, orientação do terreno, cobertura da terra, proximidade de estradas e altitude. Esses fatores foram ponderados de acordo com sua contribuição para o risco de incêndio, sendo a precipitação (30,7%), a temperatura (21,82%) e a evapotranspiração potencial (19,13%) as variáveis mais influentes. A validação do modelo foi realizada usando dados históricos sobre focos de calor obtidos do FIRMS (2001-2024), mostrando que 75,79% dos focos de calor ocorreram em áreas classificadas como de risco moderado, alto e muito alto. Apesar disso, foram identificadas discrepâncias em 24,21% dos casos, atribuíveis principalmente a fatores socioeconômicos e atividades humanas não consideradas. Os resultados indicam que aproximadamente 54,92% do território do Ceará apresenta risco alto ou muito alto (≈81111,30 km²), com áreas críticas concentradas em regiões como Quixadá e Fortaleza. Essas zonas coincidem com regiões próximas a estradas principais e áreas urbanizadas, ressaltando a importância da atividade antropogênica na ocorrência de incêndios. Essa análise melhora a precisão espacial e metodológica ao incorporar mais variáveis e uma resolução detalhada (30 m). Esse modelo é uma ferramenta valiosa para o planejamento territorial e a tomada de decisões, permitindo a priorização de estratégias de prevenção e mitigação em áreas de maior risco. Estudos futuros poderiam aprimorar ainda mais o modelo com a inclusão de fatores socioeconômicos.</span></p> Mauricio Alejandro Perea Ardila Copyright (c) 2025 REVISTA GEONORTE https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2025-12-30 2025-12-30 16 55 10.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.346.367 VARIABILIDADE TEMPORAL E ESPACIAL DA EROSIVIDADE DAS CHUVAS NO ESTADO DE GOIÁS SEGUNDO TRÊS MODELOS //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/16165 <p class="referenciasbibliograficas" style="text-indent: 0cm; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6.0pt 0cm;"><span style="font-size: 10.0pt; color: black;">Atualmente a Equação Universal de Perda de Solos (USLE), desenvolvida por Wischmeier e Smith (1978) é considerado um método eficiente e de relativo baixo custo para predizer as perdas que um solo sofrerá em função de diferentes manejos, práticas conservacionistas, e sob diferentes condições edafoclimáticas, sendo um indicativo direto da sustentabilidade de um sistema produtivo. O fator erosividade (R) é uma das variáveis que compôem o modelo da USLE e expressa a capacidade ou potencial erosivo de uma chuva, sendo seu valor definido pelo índice EI30. Este trabalho teve como objetivo testar e avaliar para o estado de Goiás três métodos distintos de estimativa do EI30 propostos por Morais et al. (1991), Lombardi Neto e Moldenhauer (1992) e Silva et al. (1997), e verificar se houve mudanças significativas do valor da erosividade da chuva entre 1985 e 2017. Observou-se que tanto os valores de precipitação quanto de erosividade variaram ao longo dos 33 anos em um percentual da ordem de 9,3%, valor este considerado “baixo” segundo a classificação proposta por Pimentel-Gomes (1985).</span></p> DIOGO SILVA PENA NILSON CLEMENTINO FERREIRA ALISSON NEVES HARMYANS MOREIRA Copyright (c) 2025 REVISTA GEONORTE https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2025-12-30 2025-12-30 16 55 10.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.206.228 MAPEAMENTO DE ÁREAS DE RISCO DE INUNDAÇÃO NA SEDE DO MUNICÍPIO DE ALTAMIRA-PA //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/17682 <p>O aquecimento global vem gerando eventos climáticos intensos que se agravam ao decorrer dos anos devido ao uso e ocupação do solo. Assim, em diversas cidades torna-se mais comum a ocorrência de catástrofes ambientais como inundações. Frente a isso, surge a necessidade de resiliência urbana para melhorar a qualidade de vida da sociedade. O objetivo da pesquisa foi realizar o mapeamento das áreas de risco de inundação na sede do município de Altamira/PA. Para isso, foi feito um levantamento bibliográfico e documental, obtendo dados e informações sobre o histórico de inundações da área de estudo, seguido da elaboração do HAND Model (Height Above the Nearest Drainage Model/Modelo de Altura Acima da Drenagem Mais Próxima) com uso de imagem do satélite Alos Palsar de resolução espacial de 12,5 m, que posteriormente compôs mapas em 5 classificações de risco para sua interpretação. Para isso, foram utilizados os softwares HAND Model e QGIS.&nbsp; Logo, os mapas com o HAND acusaram que os bairros mais afetados estão nas adjacências do centro e na região ao nordeste da cidade, se fazendo necessário dedicá-los maior atenção pelo poder público para tomada de decisões relacionada a prevenção e controle de inundações. Ademais, mesmo que o HAND Model possua limitações mostrou que seu uso foi eficaz no delineamento de manchas de risco de inundação, o que pôde ser observado por meio de sua validação por meio de registros históricos de inundações na área urbana de Altamira. Entretanto, cabem novos estudos para melhorar a sua acurácia conciliando dados mais precisos, somado a outros elementos que interfiram na dinâmica de eventos de inundações locais.</p> Anderson Eudoxio Araujo Jorge Fernando Hungria Ferreira Juliane da Costa Cavalcante Ana Karina Moreyra Copyright (c) 2025 REVISTA GEONORTE https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2025-12-30 2025-12-30 16 55 10.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.98.129 INDICADORES DE ADAPTAÇÃO AOS EFEITOS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NOS MUNICÍPIOS DA MESORREGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/17722 <p>Projeções indicam que a Bacia Amazônica enfrentará impactos variados devido às mudanças climáticas, com alterações significativas na temperatura, umidade e precipitação ao longo de toda a região. Dado que algum grau de impacto é inevitável, é crucial implementar ações de adaptação. Essas medidas devem ser aplicadas pela gestão municipal, que conhece os riscos e vulnerabilidades locais. O principal desafio das gestões municipais é a falta de informações. Este trabalho visa analisar o potencial de adaptação dos municípios da Mesorregião Metropolitana de Belém (MMB), fornecendo informações específicas a nível local. A metodologia foi aplicada em 11 municípios da MMB (Belém, Castanhal, Barcarena, Ananindeua, Marituba, Benevides, Bujaru, Santa Izabel do Pará, Santo Antônio do Tauá, Inhangapi e Santa Bárbara do Pará). Foram analisados 28 indicadores divididos em 5 dimensões (Habitação, Mobilidade Urbana, Agricultura Sustentável, Gestão Ambiental e Resposta aos Impactos Climáticos). Esses indicadores compõem o Índice de Adaptação Urbana (UAI). Foram realizadas correlações espaciais com o Índice de Moran e correlações estatísticas do UAI com PIB (Produto Interno Bruto) e IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal). O resultado geral do UAI mostra quatro municípios com resultado Bom (Belém, Castanhal, Barcarena e Ananindeua), três com resultado Regular (Marituba, Benevides e Bujaru) e quatro com resultado Ruim (Santa Izabel do Pará, Santo Antônio do Tauá, Inhangapi e Santa Bárbara do Pará). Observou-se que o UAI apresenta melhores resultados em municípios mais desenvolvidos e populosos, como Ananindeua, Barcarena e Belém, com UAI médios de 0,75; 0,75 e 0,67, respectivamente. Os resultados destacam a necessidade de que a adaptação às mudanças climáticas seja medida não apenas pela existência de instrumentos de gestão, mas também pela aplicação eficaz desses instrumentos nos municípios.</p> Lorena Amorim Milena Marília Nogueira de Andrade Carolina Gonçalves Pedro Campos Copyright (c) 2025 REVISTA GEONORTE https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2025-12-30 2025-12-30 16 55 10.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.160.189 AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS ANTRÓPICOS NA ÁGUA DO IGARAPÉ ÁGUA BRANCA, MANAUS/AM //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/17723 <p>Os impactos antrópicos comprometem a qualidade dos igarapés urbanos de Manaus, manifestando-se em processos como assoreamento, poluição difusa e lançamento de efluentes. Este estudo avaliou tais impactos na bacia do igarapé Água Branca, com base em parâmetros físico-químicos da água, uso e cobertura da terra, condições climáticas e características do canal. Três pontos de coleta foram definidos conforme a acessibilidade e evidências de ocupação humana. As análises de campo indicaram variações significativas entre os locais: o Ponto 1 apresentou maior turbidez e menor oxigênio dissolvido; o Ponto 3 registrou temperatura elevada e pH mais ácido; e o Ponto 2 apresentou os melhores indicadores de qualidade. Os resultados demonstram não conformidades em relação aos padrões ambientais e evidenciam correlação entre a degradação da água e fatores como desmatamento, solo exposto e poluição urbana. O estudo destaca a necessidade de políticas públicas voltadas à gestão do solo e à preservação dos igarapésurbanos de Manaus</p> Alan Kristian Nunes Machado Flavio Wachholz Copyright (c) 2025 REVISTA GEONORTE https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2025-12-30 2025-12-30 16 55 10.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.368.393 MANDIOCA E FARINHA NA ÁREA DO LAGO JANAUACÁ //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/16124 <p class="referenciasbibliograficas" style="text-indent: 0cm; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6.0pt 0cm;"><span style="font-size: 10.0pt;">Pesquisa realizada pelos alunos da disciplina Geografia Agrária do Curso de Geografia da UA sob a orientação do Prof. João Renor F. de Carvalho<span style="color: black;">. </span></span></p> João Renôr Ferreira de Carvalho Thiago Oliveira Neto Copyright (c) 2025 REVISTA GEONORTE https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2025-12-30 2025-12-30 16 55 10.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.01.23