REVISTA GEONORTE
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<p>A <em><strong>Revista Geonorte</strong></em>, do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFAM, possui o Identificador Internacional de Objeto Digital – <strong><em>Digital Object Identifier</em></strong> (<strong>DOI</strong>). Avaliada pelo <strong>Qualis Capes</strong> como <strong>A3 em Geografia.</strong></p> <p>A <strong>Revista Geonorte</strong> é uma revista eletrônica do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Amazonas que tem por finalidade publicar e divulgar trabalhos de cunho geográfico e de áreas correlatas. Os trabalhos de cunho geográficos compõem um conjunto de temas específicos da <strong>Geografia Física e Geografia Humana</strong> e áreas técnicas <strong>(Cartografia e Geoprocessamento</strong>) além de aspectos eminentemente associados à epistemologia do saber geográfico, como aqueles onde a interdisciplinaridade das áreas afins da Geografia se faz presente.</p> <p>A forma de publicação é semestral/fluxo contínuo, onde os trabalhos submetidos são avaliados por pareceristas que atuam na área de conhecimento em que o manuscrito foi encaminhado.</p> <p>O conselho editorial da Revista é compostos por profissionais de diversas áreas dentro de Geografia e áreas afins, que atuam em Universidades de todas regiões do Brasil e em universidades do exterior.</p> <p><strong>Política de acesso livre</strong></p> <p>Esta revista possui acesso aberto e todo seu o conteúdo está disponível gratuitamente. Os usuários podem ler, baixar, copiar, distribuir e usar os artigos sem necessidade de permissão prévia do editor ou autor.</p> <p><strong>Atualmente a Revista Geonorte está indexada na seguintes bases: </strong></p> <p>Latindex, Directory Of Open Acess Journal, Diadorim, Livre, Sumários.org, Base, Google Acadêmico, CiteFactor, EZ3, General Impact Factor, Cross Ref, Ibicit oasisbr, OCLC WorldCat, Scientific Indexing Service, TIB, WorldWideScience <em>Alliance</em>, Journal Factor, Redib, DRJI, Eurasian Scientific Journal Index, Academic Resource Index, Cosmo Impact Factor, ISI.</p> <p><strong>DOI</strong> 10.21170</p>Universidade Federal do Amazonaspt-BRREVISTA GEONORTE2237-1419<p>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:<br><br></p> <ol type="a"> <ol type="a"> <li>Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/" target="_new">Licença Creative Commons Attribution</a> que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</li> </ol> </ol> <p> </p> <ol type="a"> <ol type="a"> <li>Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</li> </ol> </ol> <p> </p> <ol type="a"> <li>Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja <a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_new">O Efeito do Acesso Livre</a>).</li> </ol>ASSOCIATIVISMO LOCAL E O ÊXITO FEMININO NAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS DE 2020 NO BRASIL
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<p><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0">O presente estudo visa compreender se o associativismo local influenciou </span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0">n</span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0">o sucesso eleitoral d</span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0">e</span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0"> candidatas aos cargos de vereadora e prefeita, nas eleições municipais de 2020, em municípios </span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0">brasileiros </span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0">de pequeno porte demográfico (até 15 mil habitantes) e com baixo Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Para tanto, esses municípios foram selecionados a partir dos bancos de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), totalizando 747. A partir da base de dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), foram identificadas as respectivas associações formalmente registradas e atuantes nas áreas de assistência social, religião, educação e saúde, referenciadas na literatura como de maior participação feminina. Foi calculada a medida da correlação de </span><span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW63855097 BCX0">Spearman</span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0"> entre o número de vereadoras e o de prefeitas eleitas em 2020, e entre estes e a quantidade de associações formais vinculadas às mulheres. Os resultados obtidos indicam correlações fracas (</span><span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW63855097 BCX0">rho</span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0"> de </span><span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW63855097 BCX0">Spearman</span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0"> ≈ 0 e p-</span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0">value</span><span class="NormalTextRun SCXW63855097 BCX0"> > 0,05) para todos os pares testados, isto é, não foi observado correspondência entre o sucesso eleitoral de prefeitas e vereadoras, e vice-versa, bem como, de forma geral, o número dessas organizações civis não está relacionado com o sucesso das vereadoras e prefeitas eleitas.</span></p>Ingridy Nogueira CruzDaniel Abreu de Azevedo
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.47.48DIAGNÓSTICO DO FINANCIAMENTO CLIMÁTICO NAS CIDADES DA AMAZÔNIA
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<p class="referenciasbibliograficas" style="text-indent: 0cm; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6.0pt 0cm;"><span style="font-size: 10.0pt; color: black;">A Amazônia possui uma rica biodiversidade e cultura singular dos povos originários e tradicionais e sempre despertou o interesse nacional e internacional. A proteção dessa biodiversidade é pauta recorrente nos debates sobre as mudanças do clima e seus impactos na sociedade e meio ambiente. O financiamento climático tornou-se importante nos debates sobre mudança do clima, assim como a necessidade de direcionar parte destes recursos financeiros para a Amazônia e viabilizar a implementação de medidas mitigatória e adaptativas na Amazônia. Contudo, a realidade amazônica não é composta apenas por riquezas ambientais e culturais tradicionais, mas também de cidades com desenvolvimento urbano que concentram a maioria da sociedade e serviços essenciais. Sendo assim, o artigo faz a seguinte indagação: As cidades amazônicas estão inseridas no debate envolvendo as mudanças do clima e o financiamento climático? A metodologia para responder esta indagação utilizou duas etapas que fizeram uso predominantemente de dados secundários oriundos das bases de dados de instituições que financiam e monitoram o fluxo monetário do financiamento climático global e nacional. O resultado obtido permitiu fazer a seguinte afirmação: 5% do financiamento recebido pela Amazônia entre os anos de 1960 e 2019 foram direcionadas às cidades e 1% foi voltado à abordagem das mudanças do clima nas cidades amazônicas. Diante dos dados obtidos e do resultado final, cabe afirmar que a Amazônia recebe expressivo investimento para medidas mitigatórias e adaptativas mediante as mudanças do clima, porém as cidades não estão significativamente inseridas nestes investimentos financeiros.</span></p>Géssica dos Santos RodriguesCláudio Fabian Szlafsztein
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.271.284VULNERABILIDADE HIDROSSOCIAL NA FOZ DA SUB-BACIA DO RIO MOCAMBO DO ARARI, PARINTINS/AMAZONAS
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<p class="referenciasbibliograficas" style="margin: 0cm; text-indent: 0cm; line-height: normal;"><span style="font-size: 10.0pt; color: black;">A água é um recurso essencial para a vida humana e para o equilíbrio ambiental, desempenhando papel central na sobrevivência das populações e na construção social. No entanto, sua escassez, especialmente em regiões onde a relação entre o homem e o ambiente hídrico é mais frágil, pode gerar graves impactos nas condições de vida das comunidades. Esse fenômeno é caracterizado como vulnerabilidade hidrossocial, termo que reflete a interdependência entre as comunidades e os recursos hídricos locais, com impactos tanto nos aspectos físicos (como o fornecimento de água e a navegabilidade dos rios) quanto sociais (afetando a qualidade de vida e os serviços essenciais). Este artigo tem como objetivo apresentar a situação atual da vulnerabilidade hidrossocial na sub-bacia do rio Mocambo do Arari, Parintins-Amazonas. A vulnerabilidade hidrossocial nessa região é particularmente visível durante o período de vazante, quando a diminuição do nível da água e o bloqueio da foz por sedimentos dificultam o acesso às áreas de abastecimento e aumentam os riscos para a mobilidade e a sobrevivência das populações locais. Essas mudanças têm afetado diretamente a capacidade de navegabilidade do rio e, consequentemente, provoca a escassez de recursos, que afetam a saúde, a segurança alimentar e o acesso a serviços essenciais. A pesquisa realizada na sub-bacia do rio Mocambo do Arari revelou a importância de restaurar a vegetação ripária e adotar estratégias sustentáveis de manejo dos recursos hídricos. Isso é essencial para mitigar os impactos da vulnerabilidade hidrossocial, garantir a sustentabilidade da região e promover um futuro mais resiliente para as comunidades locais.</span></p>Andréa Barata TeixeiraKelton Pontes de OliveiraRafael Jovito SouzaJosé Camilo Ramos de Souza
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.330.345O BOLSÃO DA FOME E DA POBREZA NA ÁREA CENTRAL DO ANEL DE (DES)INTEGRAÇÃO DO PARANÁ
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<p>A história da humanidade tem sido, desde o princípio, a história de sua luta pela obtenção do “pão-nosso-de-cada-dia” já dizia Josué de Castro (1961, p. 45). Para tanto, o objetivo desta pesquisa é analisar a fome e a pobreza na Região da Fome e da Pobreza do Paraná (RFPP). A região encontra-se excluída pelo Anel de Integração do estado do Paraná, tornando-se bolsão eminente de problemas sociais e econômicos. Os procedimentos metodológicos utilizados foram: pesquisa quali-quantitativa, além de pesquisas bibliográficas pautadas em autores como Castro (1937), Sen (2010), Santos (2009), Blum (2015) e Fernandes e Ludka (2020). Foram realizadas coletas de dados secundários em órgãos governamentais como: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, do Ministério da Cidadania, do Atlas Brasil e do Portal da Transparência do Governo Federal. Foram constatadas altas taxas de vulnerabilidade social em vários municípios que compõem a RFPP que podem levar à fome, à pobreza e à extrema pobreza.</p>NAYANI MARIA VITORIA DA SILVA SANCHESVanessa Maria LudkaSérgio Augusto Pereira
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.01.18CONFORTO E DESCONFORTO TÉRMICO AMBIENTAL NO RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO DO MUNICÍPIO DE HUMAITÁ – AMAZONAS
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<p class="referenciasbibliograficas" style="text-indent: 0cm; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6.0pt 0cm;"><span style="font-size: 10.0pt;">O índice de conforto térmico determina se um ambiente é ou não favorável ao desenvolvimento de alguma atividade. O objetivo deste trabalho foi analisar o nível de conforto e desconforto térmico em um restaurante universitário. A pesquisa ocorreu na área do restaurante universitário do Instituto de Educação, Agricultura e Ambiente – IEAA/UFAM localizado no município de Humaitá/AM. Os dados de temperatura do ar, temperatura do ponto de orvalho e umidade relativa do ar foram coletados de setembro/2022 a agosto/2023 por um Termo-higrômetro (Hobo®) que armazenava médias a cada 15 minutos. Os resultados apontaram julho/2023 como mais quente, índices de conforto térmico (ICH) de 33°C (7h) e 53°C (16h), grau de conforto variando e desconforto insuportável, respectivamente. Em janeiro/2023, fevereiro/2023, março/2023, novembro/2022 e dezembro/2022, os valores mínimos analisados de ICH variou entre 34°C e 35°C (5h e 7h) e 43°C e 46°C (16h e 17h) o que corresponde ao grau de conforto variando e desconforto suportável. Os maiores índices de desconforto térmico ocorreram nos meses de julho e agosto sendo de 92°C (estresse devido ao calor) às 14h, os menores ocorreram nos meses Janeiro/2023, fevereiro/2023, março/2023, novembro 2022 e dezembro 2022 sendo de 73°C e 74°C (4h e 7h), efeito confortável</span><span style="font-size: 12.0pt;">. </span><span style="font-size: 10.0pt;">Assim, a área estudada aparenta ser ideal para as pessoas frequentarem, exceto nos períodos da tarde entre as 13h e 15h, pois esses horários é onde a temperatura atinge um pico muito alto que acarreta um desconforto para quem frequenta o ambiente. </span></p>Lauriane Souza AlvesCarlos Alexandre Santos QuerinoJuliane Kayse Albuquerque da Silva QuerinoMarcos Antônio Lima MouraBeatriz de Souza GomesZeilane Silva BritoAntônio Francisco Nunes Braga
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.229.241ORIGEM E EVOLUÇÃO DAS JACUZZIS NATURAIS (MARMITAS) EM PRESIDENTE FIGUEIREDO (AM)
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<p>As marmitas são geformas exocársticas na forma de depressões circulares encontradas no leito rochoso de drenagens e tradicionalmente associadas à ação abrasiva das águas. Em Presidente Figueiredo (AM), marmitas de grandes dimensões, localmente chamadas de jacuzzis naturais, têm chamado a atenção devido ao seu potencial geoturístico, bem como questionamentos sobre sua formação, uma vez que os modelos hidrodinâmicos tradicionais são incompatíveis com as profundidades dessas geoformas. Esse artigo apresenta a caracterização morfométrica e da geodiversidade nas principais ocorrências das geoformas, com objetivo de promoção da geodiversidade local e utilização sustentável do meio natural na proposta de Geoparque Cachoeiras do Amazonas. As 123 marmitas avaliadas ocorrem em arenitos finos a médios da Formação Nhamundá (Bacia do Amazonas). Predominam aberturas elípticas, do tipo <em>pan</em>, com relação diâmetro/profundidade com tendência linear positiva e eixo maior orientado para o quadrante NW, compatíveis com os principais esforços neotectônicos da região. A origem e evolução de marmitas para jacuzzis naturais envolve escavações iniciais em anisotropias estruturais, coalescência e aumento da geoforma ao longo das anisotropias e a dissolução do substrato rochoso promovido pelo rebaixamento cíclico do lençol freático. A avaliação da geodiversidade classificou os locais como geossítios de relevância nacional e sítio da geodiversidade. As informações foram compartilhadas com os guias de turismo do território e utilizadas na proposição de painéis interpretativos que destacam a geodiversidade local reforçando políticas inerentes a futura implementação do geoparque.</p>Isabela Apoema SouzaRoberto BarbosaAlejandro Salazar
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.130.159VARIABILIDADE TEMPORAL DO FLUXO DE ELEMENTOS-TRAÇO BIOLOGICAMENTE ESSENCIAIS NA BACIA DO RIO NEGRO – AM
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<p>Este artigo apresenta resultados de um estudo executado na bacia hidrográfica do Rio Negro, cuja área de drenagem é de aproximadamente 719.000 km², considerado o sexto maior rio do mundo em volume d’água, o segundo maior afluente do Rio Amazonas, contribuindo com cerca de 15% da água que o rio Amazonas despeja no Oceano Atlântico. Buscou-se caracterizar esta bacia quanto a variabilidade temporal do fluxo de elementos-traço biologicamente essenciais (Co, Cu, Fe, Mg, Mn, Mo e Zn). Para isso, utilizou-se a base de dados do Programa Hybam, no período compreendido entre os anos de 2003 a 2018 nas estações hidrométricas de Serrinha, no Rio Negro, e Caracaraí, no Rio Branco. Da análise temporal obteve-se a concentração dos elementos-traço onde a estação Caracaraí revelou as maiores concentrações, quando realizado o fluxo dos elementos, isso se inverteu e os resultados da estação Serrinha mostraram-se maiores que em Caracaraí, explicados principalmente pela descarga líquida de Serrinha ser maior que em Caracaraí, quanto aos parâmetros físico-químicos, estes demonstraram sofrer influência dos regimes hidrológicos. Portanto, este estudo indicou variação temporal dos parâmetros estudados.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Rio Negro; Ciclo Hidrológico; Geoquímica.</p>Leylane LimaNaziano Pantoja Filizola JúniorBruna Gabriella Matheus de Souza Vaz MoraNayara Pinheiro DinizEdnaldo Bras Severo
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.69.97ANÁLISE DA VARIABILIDADE E TENDÊNCIA DA PRECIPITAÇÃO NO ESTADO DO PARÁ, BRASIL (1982-2022)
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<p>Este estudo teve como objetivo analisar a distribuição, o comportamento, a variabilidade e a tendência da precipitação no estado do Pará, Brasil, utilizando séries históricas de dados de precipitação total anual e mensal fornecidos pelo Global Precipitation Climatology Centre (GPCC) para o período de 41 anos (1982 a 2022). A análise estatística incluiu medidas de tendência central, dispersão e separatrizes, seguidas pela aplicação de testes não paramétricos: Mann-Kendall (MK), Spearman e Sen’s Slope, todos com um nível de confiança de 95%. Os resultados revelaram que a precipitação média anual no estado do Pará variou entre 2.433,3 mm e 1.617,8 mm, com uma média de 2.087,8 mm. Observou-se sazonalidade no regime pluviométrico, com um período chuvoso de dezembro a maio, sendo março o mês mais chuvoso, com volumes superiores a 330 mm, e um período menos chuvoso de junho a novembro, com agosto apresentando volumes abaixo de 52 mm. Os testes não paramétricos aplicados indicaram que as tendências observadas nas séries de precipitação anual foram inconsistentes e não significativas, tanto em direção positiva quanto negativa, ao nível de significância de 5% (α = 0,05). Esses achados sugerem que a precipitação anual no estado do Pará não apresenta mudanças significativas ao longo do tempo, evidenciando a necessidade de uma gestão adequada dos recursos hídricos na região, considerando sua variabilidade.</p>Diego Lima CrispimSamara Avelino de Souza FrançaMaria de Nazaré Alves da SilvaRafael Estumano LealAndreza Lima Mello Sheyla Cristina Silva de Almeida Brasil
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.285.309VULNERABILIDADES EM MOVIMENTO
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<p>A pandemia de Covid-19 impactou globalmente a mobilidade humana, agravando vulnerabilidades preexistentes entre migrantes. No Brasil, a crise sanitária coincidiu com um fluxo migratório significativo de venezuelanos, especialmente para Manaus, capital do Amazonas, um dos epicentros da pandemia. Este estudo investiga as condições de moradia e trabalho dos migrantes venezuelanos em Manaus durante a pandemia, analisando como esses fatores influenciaram sua vulnerabilidade social e sanitária. A pesquisa baseia-se em abordagem qualitativa, com entrevistas semiestruturadas realizadas com 13 migrantes venezuelanos entre 2021 e 2023. Os dados foram tratados por meio de análise de conteúdo, considerando as dimensões da vulnerabilidade social e programática. Os resultados apontam que a ausência de rede de apoio e a precarização do trabalho dificultaram a adesão às medidas sanitárias. A insegurança habitacional agravou o risco de contágio, e a informalidade no emprego expôs os migrantes a jornadas exaustivas sem direitos trabalhistas. Além disso, o medo da discriminação e a barreira linguística restringiram o acesso aos serviços de saúde. A pandemia exacerbou as desigualdades estruturais enfrentadas pelos migrantes, tornando-os mais vulneráveis a despejos, adoecimento e precarização laboral. Esses achados reforçam a necessidade de políticas públicas que garantam segurança habitacional, proteção social como formas de promover o acesso à saúde.</p> <p> </p>Fabiane Vinente dos SantosAdrielly Souza Silva e SilvaCassio SilveiraDenise Martin Coviello
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.190.205 CORRELAÇÃO ENTRE MOVIMENTOS DE MASSA E PLUVIOSIDADE NAS ÁREAS DE RISCO DO MACIÇO DE JABURUNA, VILA VELHA – ES
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<p>O Maciço de Jaburuna em Vila Velha, Espírito Santo, é uma região de encostas densamente ocupada que tem sido ao longo dos anos afetada por episódios frequentes de movimentos de massa ocasionados por chuvas intensas, trazendo transtornos para sua população e infraestruturas, configurando-se uma área desafiadora para as políticas de Proteção e Defesa Civil e Redução de Risco de Desastres (RRD). O presente artigo propôs-se a desenvolver um estudo de correlação entre movimentos de massa e pluviosidade, de modo a fornecer parâmetros para subsidiar a elaboração de um sistema de alertas antecipado para a referida área. A análise dos resultados do estudo indicou que os intervalos de 6h, 24h e 96h possuem maior influência na deflagração de deslizamentos. Destaca-se que para as chuvas de grande intensidade e curta duração, a análise sugere que podem provocar movimentos de massa independentemente do volume prévio acumulado. Os valores mínimos observados para a ocorrência de eventos geológicos foram de 22,99 mm/6h, 39,22 mm/24h e 53,63 mm/96h, definidos como limiares de monitoramento para níveis de observação. Os valores acima de 39,22 mm/6h; 39,22 mm/24h e 58,08 mm/96h foram definidos como limiares para níveis de atenção. Como limiares para níveis de alerta, estabeleceu-se os valores acima de 93,91 mm/6h; 111,23 mm/24h e 132,05 mm/96h.<strong> </strong></p>Fernando de Almeida FelixAntonio Celso de Oliveira GoulartAna Christina Wigneron GimenesBartolomeu ZamprognoAlessandro José Queiroz Sarnaglia
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.242.270DINÂMICA ESPACIAL DOS FOCOS DE QUEIMADAS NO MUNICÍPIO DE BARREIRAS-BA ATRAVÉS DE SATÉLITES POLARES E GEOESTACIONÁRIOS
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<p class="referenciasbibliograficas" style="text-indent: 0cm; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6.0pt 0cm;"><span style="font-size: 10.0pt; color: black;">O mapeamento de queimadas é essencial para entender a extensão e frequência dos incêndios em uma determinada região, assim como implementar estratégias eficazes de prevenção e resposta. Nesse sentido, esse trabalho tem por objetivo realizar análise espaço-temporal da dinâmica dos focos de queimadas no município de Barreiras – BA, através de satélites polares e geoestacionários, e correlaciona-los com variáveis meteorológicas. Os dados utilizados foram obtidos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (BDQ/INPE,) período de 2013 a 2023, e na PCD (Plataforma de Coleta de Dados Automática) Barreiras. A estimativa de densidade Kernel, estatística e regressões lineares, utilizou-se na correlação dos focos de queimadas com variáveis meteorológicas (temperatura do ar e umidade relativa do ar). No período analisado identificamos 2.124 focos, com média anual de 193, sendo os anos de 2022 e 2023 com as maiores concentrações, 317 e 298, respectivamente, representando 28,95% do total de focos no período. A maior densidade espacial (focos/km²) verificou-se nas áreas centrais do município, e com predominância na porção norte, possivelmente devido às condições ambientais favoráveis à agricultura. A umidade relativa do ar e a temperatura do ar, destacaram-se com maior contribuição na ocorrência dos focos de queimadas no município, evidenciando coeficientes de determinação (R² = 0,78) e 0,38, respectivamente, enquanto a precipitação apresentou a menor correlação (R² = 0,23). Os resultados encontrados poderão subsidiar informações para criação de banco de dados, que auxiliará no controle e na prevenção das perdas ambientais, decorrentes do descontrole do fogo. </span></p>Georje Lincon de Castro OliveiraElvis MoreiraFabio Corrêa Alves
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.15.N.55.310.329DESENVOLVIMENTO DE UM MODELO DE RISCO PARA A GESTÃO DE INCÊNDIOS FLORESTAIS NO CEARÁ, BRASIL
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<p class="referenciasbibliograficas" style="margin-bottom: 6.0pt; text-indent: 0cm; line-height: normal;"><span lang="PT-BR" style="font-size: 10.0pt; color: black;">Este estudo desenvolveu um modelo de risco para a gestão de incêndios florestais no estado do Ceará, Brasil, usando ferramentas de Sistemas de Informações Geográficas. O modelo integra oito variáveis físicas e climáticas, como precipitação, temperatura, evapotranspiração potencial, inclinação, orientação do terreno, cobertura da terra, proximidade de estradas e altitude. Esses fatores foram ponderados de acordo com sua contribuição para o risco de incêndio, sendo a precipitação (30,7%), a temperatura (21,82%) e a evapotranspiração potencial (19,13%) as variáveis mais influentes. A validação do modelo foi realizada usando dados históricos sobre focos de calor obtidos do FIRMS (2001-2024), mostrando que 75,79% dos focos de calor ocorreram em áreas classificadas como de risco moderado, alto e muito alto. Apesar disso, foram identificadas discrepâncias em 24,21% dos casos, atribuíveis principalmente a fatores socioeconômicos e atividades humanas não consideradas. Os resultados indicam que aproximadamente 54,92% do território do Ceará apresenta risco alto ou muito alto (≈81111,30 km²), com áreas críticas concentradas em regiões como Quixadá e Fortaleza. Essas zonas coincidem com regiões próximas a estradas principais e áreas urbanizadas, ressaltando a importância da atividade antropogênica na ocorrência de incêndios. Essa análise melhora a precisão espacial e metodológica ao incorporar mais variáveis e uma resolução detalhada (30 m). Esse modelo é uma ferramenta valiosa para o planejamento territorial e a tomada de decisões, permitindo a priorização de estratégias de prevenção e mitigação em áreas de maior risco. Estudos futuros poderiam aprimorar ainda mais o modelo com a inclusão de fatores socioeconômicos.</span></p>Mauricio Alejandro Perea Ardila
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.346.367 VARIABILIDADE TEMPORAL E ESPACIAL DA EROSIVIDADE DAS CHUVAS NO ESTADO DE GOIÁS SEGUNDO TRÊS MODELOS
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<p class="referenciasbibliograficas" style="text-indent: 0cm; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6.0pt 0cm;"><span style="font-size: 10.0pt; color: black;">Atualmente a Equação Universal de Perda de Solos (USLE), desenvolvida por Wischmeier e Smith (1978) é considerado um método eficiente e de relativo baixo custo para predizer as perdas que um solo sofrerá em função de diferentes manejos, práticas conservacionistas, e sob diferentes condições edafoclimáticas, sendo um indicativo direto da sustentabilidade de um sistema produtivo. O fator erosividade (R) é uma das variáveis que compôem o modelo da USLE e expressa a capacidade ou potencial erosivo de uma chuva, sendo seu valor definido pelo índice EI30. Este trabalho teve como objetivo testar e avaliar para o estado de Goiás três métodos distintos de estimativa do EI30 propostos por Morais et al. (1991), Lombardi Neto e Moldenhauer (1992) e Silva et al. (1997), e verificar se houve mudanças significativas do valor da erosividade da chuva entre 1985 e 2017. Observou-se que tanto os valores de precipitação quanto de erosividade variaram ao longo dos 33 anos em um percentual da ordem de 9,3%, valor este considerado “baixo” segundo a classificação proposta por Pimentel-Gomes (1985).</span></p>DIOGO SILVA PENANILSON CLEMENTINO FERREIRAALISSON NEVES HARMYANS MOREIRA
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.206.228MAPEAMENTO DE ÁREAS DE RISCO DE INUNDAÇÃO NA SEDE DO MUNICÍPIO DE ALTAMIRA-PA
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<p>O aquecimento global vem gerando eventos climáticos intensos que se agravam ao decorrer dos anos devido ao uso e ocupação do solo. Assim, em diversas cidades torna-se mais comum a ocorrência de catástrofes ambientais como inundações. Frente a isso, surge a necessidade de resiliência urbana para melhorar a qualidade de vida da sociedade. O objetivo da pesquisa foi realizar o mapeamento das áreas de risco de inundação na sede do município de Altamira/PA. Para isso, foi feito um levantamento bibliográfico e documental, obtendo dados e informações sobre o histórico de inundações da área de estudo, seguido da elaboração do HAND Model (Height Above the Nearest Drainage Model/Modelo de Altura Acima da Drenagem Mais Próxima) com uso de imagem do satélite Alos Palsar de resolução espacial de 12,5 m, que posteriormente compôs mapas em 5 classificações de risco para sua interpretação. Para isso, foram utilizados os softwares HAND Model e QGIS. Logo, os mapas com o HAND acusaram que os bairros mais afetados estão nas adjacências do centro e na região ao nordeste da cidade, se fazendo necessário dedicá-los maior atenção pelo poder público para tomada de decisões relacionada a prevenção e controle de inundações. Ademais, mesmo que o HAND Model possua limitações mostrou que seu uso foi eficaz no delineamento de manchas de risco de inundação, o que pôde ser observado por meio de sua validação por meio de registros históricos de inundações na área urbana de Altamira. Entretanto, cabem novos estudos para melhorar a sua acurácia conciliando dados mais precisos, somado a outros elementos que interfiram na dinâmica de eventos de inundações locais.</p>Anderson Eudoxio AraujoJorge Fernando Hungria FerreiraJuliane da Costa CavalcanteAna Karina Moreyra
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.98.129INDICADORES DE ADAPTAÇÃO AOS EFEITOS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NOS MUNICÍPIOS DA MESORREGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM
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<p>Projeções indicam que a Bacia Amazônica enfrentará impactos variados devido às mudanças climáticas, com alterações significativas na temperatura, umidade e precipitação ao longo de toda a região. Dado que algum grau de impacto é inevitável, é crucial implementar ações de adaptação. Essas medidas devem ser aplicadas pela gestão municipal, que conhece os riscos e vulnerabilidades locais. O principal desafio das gestões municipais é a falta de informações. Este trabalho visa analisar o potencial de adaptação dos municípios da Mesorregião Metropolitana de Belém (MMB), fornecendo informações específicas a nível local. A metodologia foi aplicada em 11 municípios da MMB (Belém, Castanhal, Barcarena, Ananindeua, Marituba, Benevides, Bujaru, Santa Izabel do Pará, Santo Antônio do Tauá, Inhangapi e Santa Bárbara do Pará). Foram analisados 28 indicadores divididos em 5 dimensões (Habitação, Mobilidade Urbana, Agricultura Sustentável, Gestão Ambiental e Resposta aos Impactos Climáticos). Esses indicadores compõem o Índice de Adaptação Urbana (UAI). Foram realizadas correlações espaciais com o Índice de Moran e correlações estatísticas do UAI com PIB (Produto Interno Bruto) e IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal). O resultado geral do UAI mostra quatro municípios com resultado Bom (Belém, Castanhal, Barcarena e Ananindeua), três com resultado Regular (Marituba, Benevides e Bujaru) e quatro com resultado Ruim (Santa Izabel do Pará, Santo Antônio do Tauá, Inhangapi e Santa Bárbara do Pará). Observou-se que o UAI apresenta melhores resultados em municípios mais desenvolvidos e populosos, como Ananindeua, Barcarena e Belém, com UAI médios de 0,75; 0,75 e 0,67, respectivamente. Os resultados destacam a necessidade de que a adaptação às mudanças climáticas seja medida não apenas pela existência de instrumentos de gestão, mas também pela aplicação eficaz desses instrumentos nos municípios.</p>Lorena AmorimMilena Marília Nogueira de AndradeCarolina GonçalvesPedro Campos
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.160.189AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS ANTRÓPICOS NA ÁGUA DO IGARAPÉ ÁGUA BRANCA, MANAUS/AM
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<p>Os impactos antrópicos comprometem a qualidade dos igarapés urbanos de Manaus, manifestando-se em processos como assoreamento, poluição difusa e lançamento de efluentes. Este estudo avaliou tais impactos na bacia do igarapé Água Branca, com base em parâmetros físico-químicos da água, uso e cobertura da terra, condições climáticas e características do canal. Três pontos de coleta foram definidos conforme a acessibilidade e evidências de ocupação humana. As análises de campo indicaram variações significativas entre os locais: o Ponto 1 apresentou maior turbidez e menor oxigênio dissolvido; o Ponto 3 registrou temperatura elevada e pH mais ácido; e o Ponto 2 apresentou os melhores indicadores de qualidade. Os resultados demonstram não conformidades em relação aos padrões ambientais e evidenciam correlação entre a degradação da água e fatores como desmatamento, solo exposto e poluição urbana. O estudo destaca a necessidade de políticas públicas voltadas à gestão do solo e à preservação dos igarapésurbanos de Manaus</p>Alan Kristian Nunes MachadoFlavio Wachholz
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.368.393MANDIOCA E FARINHA NA ÁREA DO LAGO JANAUACÁ
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<p class="referenciasbibliograficas" style="text-indent: 0cm; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6.0pt 0cm;"><span style="font-size: 10.0pt;">Pesquisa realizada pelos alunos da disciplina Geografia Agrária do Curso de Geografia da UA sob a orientação do Prof. João Renor F. de Carvalho<span style="color: black;">. </span></span></p>João Renôr Ferreira de CarvalhoThiago Oliveira Neto
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.01.23