//periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/issue/feed REVISTA GEONORTE 2022-12-27T01:21:52+00:00 Editor Geonorte revistageonorte@gmail.com Open Journal Systems <p>A <em><strong>Revista Geonorte</strong></em>, do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFAM, possui o Identificador Internacional de Objeto Digital – <strong><em>Digital Object Identifier</em></strong> (<strong>DOI</strong>). Avaliada pelo <strong>Qualis Capes</strong> como <strong>A3 em Geografia.</strong></p> <p>A <strong>Revista Geonorte</strong> é uma revista eletrônica do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Fedral do Amazonas que tem por finalidade publicar e divulgar trabalhos de cunho geográfico e de áreas correlatas. Os trabalhos de cunho geográficos compõem um conjunto de temas específicos da <strong>Geografia Física e Geografia Humana</strong> e áreas técnicas <strong>(Cartografia e Geoprocessamento</strong>) além de aspectos eminentemente associados à epistemologia do saber geográfico, como aqueles onde a interdisciplinaridade das áreas afins da Geografia se faz presente.</p> <p>A forma de publicação é semestral/fluxo contínuo, onde os trabalhos submetidos são avaliados por pareceristas que atuam na área de conhecimento em que o manuscrito foi encaminhado.</p> <p>O conselho editorial da Revista é compostos por profissionais de diversas áreas dentro de Geografia e áreas afins, que atuam em Universidades de todas regiões do Brasil e em universidades do exterior.</p> <p> </p> <p><strong>Atualmente a Revista Geonorte está indexada na seguintes bases: </strong></p> <p>Latindex, Directory Of Open Acess Journal, Diadorim, Livre, Sumários.org, Base, Google Acadêmico, CiteFactor, EZ3, General Impact Factor, Cross Ref, Ibicit oasisbr, OCLC WorldCat, Scientific Indexing Service, TIB, WorldWideScience <em>Alliance</em>, Journal Factor, Redib, DRJI, Eurasian Scientific Journal Index, Academic Resource Index, Cosmo Impact Factor, ISI.</p> <p><strong>DOI</strong> 10.21170</p> //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/11422 EQUIPE EDITORIAL 2022-12-26T14:43:07+00:00 Rogério Ribeiro Marinho rogeriorm22@gmail.com <p>EXPEDIENTE: REVISTA GEONORTE, V.13, N.42, JUL-DEZ, 2022</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 REVISTA GEONORTE //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/11423 NOTA EDITORIAL 2022-12-26T15:15:24+00:00 Rogério Ribeiro Marinho rogeriorm22@gmail.com Raphael Fernando Diniz diniz@ufam.edu.br <p>Estimada comunidade acadêmica, é com grande sastifação que publicamos o mais novo número da REVISTA GEONORTE com artigos do segundo semestre de 2022. Entendemos que desenvolver atividades de pesquisa neste período de significativas crises sanitárias, econômicas, políticas e territoriais é bastante desafiador, principalmente pela onda de cortes e bloqueios orçamentários sofridos pelas universidades e agências de pesquisa e pela escalada da violência política pós-eleições.<br>A publicação de trabalhos acadêmicos de alta qualidade é construída com base em um rigoroso processo de revisão por pares. A REVISTA GEONORTE buscar alcançar altos padrões de artigos publicados com a contribuição de nossos revisores. Assim, graças aos esforços dos revisores que trabalharam em 2022, o tempo médio para a primeira decisão foi de 31 dias, enquanto que o tempo médio para a publicação foi de 219 dias. Entre janeiro e dezembro de 2022 a REVISTA GEONORTE recebeu 79 artigos e apresentou uma taxa de aceitação de 48% com taxa de rejeição na entrada de 45%. Os Editores da REVISTA GEONORTE expressam seu apreço e agradecem aos 22 revisores (ver nomes na Nota de Expediente) pelo tempo e dedicação a esta Revista. A REVISTA GEONORTE continua com o propósito de publicar trabalhos inéditos e de qualidade sobre assuntos e temáticas atuais e pertinentes para os estudos geográficos. Esta edição da REVISTA GEONORTE apresenta sete artigos científicos que tratam dos diferentes temas da Geografia e áreas afins, com análises espaço-temporais e abordagens teórico-metodológicas diversas e plurais.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 REVISTA GEONORTE //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/9218 UMA OUTRA HISTÓRIA AMAZÔNICA 2022-02-18T21:03:45+00:00 Tiago Veloso dos Santos tiago.veloso@ifpa.edu.br <p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" lang="x-none" align="justify"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">Na historiografia clássica sobre o desenvolvimento amazônico, o período 1920-1960 é caracterizado como uma época de decadência e estagnação da economia regional, provocada pelo colapso do ciclo da Borracha, a derrocada de grupos econômicos locais e das finanças do Estado. Entretanto, este também foi um período de ampliação das redes de hierarquia urbana e uma lenta, mas persistente reorganização econômica que se manifestou nas duas principais cidades da região, Belém e Manaus. Em Belém, a recuperação se manifestou em um pequeno setor industrial regional e na consolidação de uma rede urbana viabilizada pela infraestrutura ferroviária. Em Manaus, na conclusão do projeto urbano modernizador. Houve, portanto, uma </span></span></span><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em>outra história regional</em></span></span></span><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">, que reconhecida em dados, evidências e vivências possibilitam compreender a região a partir das forças produtivas internas, que propiciaram o florescimento de atividades econômicas tradicionais e contraditam a leitura majoritária de estagnação. </span></span></span></p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 REVISTA GEONORTE //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/10389 SEGURANÇA HÍDRICA NA ÁREA DA RESEX DE SÃO JOÃO DA PONTA - RIO MOCAJUBA (PA) 2022-01-30T20:07:41+00:00 Jhanier Salas Cuesta jhanysalasc@gmail.com ALINE MARIA MEIGUINS DE LIMA alinemeiguins@gmail.com Marcia Aparecida da Silva Pimentel mapimentel@ufpa.br Ronaldo Lopes Rodrigues Mendes rmendes@ufpa.br Ricardo Angelim da Silva ricardoangelimesa@hotmail.com <p>O acesso a água para consumo humano é essencial para a manutenção da qualidade de vida tanto no ambiente rural quanto urbano, porém este depende de um conjunto de políticas que envolvem saneamento, desenvolvimento das cidades, meio ambiente, recursos hídricos e agrícola. Este trabalho teve como objetivo avaliar os usos múltiplos das águas e a segurança hídrica associada, na área da Reserva Extrativista de São João da Ponta (bacia hidrográfica do rio Mocajuba, Costa Atlântica Amazônica, estado do Pará). A metodologia adotada foi teórico-prática com levantamento de dados (secundários e primários) na sede municipal de São João da Ponta e na comunidade de Jacarequara. Na avaliação quanto ao aproveitamento da água da chuva foram adotados os procedimentos da NBR 15527. O consumo de água no setor produtivo foi caracterizado por: 12.699 m³.ha<sup>-1</sup> (produção agrícola), 40.644 m³.dia<sup>-1</sup> (criação de animais); com demanda social de 146 l/hab.dia<sup>-1</sup>. Sendo o aproveitamento da água da chuva viável para pequenas comunidades, porém precisando de orientação técnica e suporte financeiro para sua implementação. Existe uma demanda de consumo que justifica a discussão da segurança hídrica preventiva, principalmente pelo acesso à água em qualidade e quantidade apropriadas, com o fortalecimento e/ou de implantação de ações de ordenamento do território que priorizem a garantia da disponibilidade hídrica.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 REVISTA GEONORTE //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/10523 AS PREMISSAS CONTRADITÓRIAS DA DESTERRITORIALIZAÇÃO E A RETERRITORIALIZAÇÃO 2022-04-08T23:24:31+00:00 Karoline Fernades Siqueira Campos karoline.campos@ifpb.edu.br Marcelo Rodrigues Mendonça ufgmendonca@gmail.com Vinícius Batista Campos vinicius.campos@ifpb.edu.br Paulo Lucas Cândido de Farias paulolucas0407@gmail.com <p>O território da Comunidade Tradicional do Iratapuru/Amapá foi impactado com a implantação da Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, transformando não apenas estruturalmente as moradias, mas criando efeitos duradouros na identidade dos seus lares, que gerou a perda da identidade territorial. O presente estudo visa por meio dos olhares dos moradores - relatos vividos - elucidar a perspectiva do antes e o depois. Nesta perspectiva foram utilizados os preceitos metodológicos com base na revisão de literatura, ampliando a discussão da problemática em questão, e de modo qualitativo usar as entrevistas e conversas semiestruturadas para melhor compreender a realidade dos envolvidos. Diante da narrativa dialogada, apresentará quais alterações e dinâmicas foram diagnosticados, bem como o novo estilo de vida, com implicações sociais, as quais não apresentaram melhoras significativas na vida dos povos locais.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 REVISTA GEONORTE //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/10701 CARACTERIZAÇÃO DAS UNIDADES DE PAISAGEM DA BACIA DO RIO PIRACURUCA (CEARÁ-PIAUÍ) 2022-11-07T11:53:49+00:00 Francilio de Amorim dos Santos francilio.amorim@ifpi.edu.br Lúcia Maria Silveira Mendes lucia.mendes@uece.br Maria Lucia Brito da Cruz mlbcruz@gmail.com <p>A pesquisa teve como objetivo realizar o mapeamento e a caracterização das unidades de paisagem da Bacia Hidrográfica do rio Piracuruca (CE-PI), permitindo a análise de suas potencialidades e limitações ao uso. O estudo constitui uma pesquisa descritiva quanto ao seu objetivo e empregou levantamento bibliográfico e cartográfico associado à pesquisa de campo, para mapeamento dos sistemas ambientais. Foram identificadas dez unidades de paisagens que foram agrupados em duas classes de morfogênese, quais sejam: formas de dissecação (platô do Planalto da Ibiapaba, rebordos erosivos parcialmente dissecados do Planalto da Ibiapaba, rebordos erosivos moderadamente dissecados do Planalto da Ibiapaba, rebordos erosivos fortemente dissecados do Planalto da Ibiapaba, depressão monoclinal dissecada, depressão aplainada conservada, interflúvios tabulares, morros e colinas); formas de acumulação (fundos de vales associados à área de inundação, planícies fluviais). Reitera-se que se deve desenvolver o planejamento ao longo da Bacia, cujo planejamento deve pautar-se na gestão das potencialidades e limitações ao uso.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 REVISTA GEONORTE //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/10517 Técnicas com multi-sensores para mapeamento de inundação 2022-05-20T02:18:26+00:00 Milena Andrade milenamarilia.andrade@gmail.com Luciana Souza Brabo lucianabrabo@gmail.com <p align="justify"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><span lang="en-US">O objetivo deste artigo é realizar o mapeamento de áreas inundáveis a partir de técnicas com multi-sensores em um estudo de caso no estado do Acre (Amazônia-Brasil). As inundações são o desastre mais comum na Amazônia, embora este tipo de mapeamento tenha sido feito de forma sistemática em todo o território brasileiro apenas recentemente por órgães governamentais oficiais. A cidade de Tarauacá (Acre, Amazonas, Brasil) é a área de estudo deste trabalho. Os métodos para mapeamento de inundação incluíram dados de radar (Sentinel-1/S1) e sensor óptico (Sentinel-2/S2), separadamente e em uma abordagem de fusão. A extensão da inundação foi medida no Sentinel-1 VV, no NDWI Sentinel-2 e na classificação não supervisionada dos dados de fusão S1 e S2. As áreas totais resultantes variam: 8,23 km2 (S1), 7,86 km2 (NDWI-S2) e 11,87 km2 (fusão multisensor). Os resultados da fusão S1S2 foram validados a partir do cálculo da acurácia global (70%), erros de omissão e comissão e com o índice kappa (0,59). O uso de multi-sensores pode auxiliar no mapeamento de ameaças e de risco de inundação já que consegue obter características da superfície da água utilizando de maneira complementar imagens óticas e de radar. Este método é viável para outras regiões amazônicas e auxilia nas ações emergenciais de resposta a desastres.</span></span></span></span></p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 REVISTA GEONORTE //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/10704 PERIODIZAÇÃO DO DESMATAMENTO NA AMAZÔNIA LEGAL: DA METADE DO SÉCULO XX AO COMEÇO DO SÉCULO XXI 2022-06-30T21:52:58+00:00 Paulo Rodrigo Zanin paulorzgeo@gmail.com Rogério Ribeiro Marinho rogeo@ufam.edu.br Juliana Rocha Duarte Neves duartenevesjuliana@gmail.com Ariane Reis Nogueira ariane.reis.nog@gmail.com <p>No presente artigo são analisados o padrão do desmatamento na Amazônia Legal (AML), as relações entre o desmatamento, atividades agropecuárias e a fiscalização ambiental na AML, além de revisar as gestões dos diferentes regimes políticos que governaram o Brasil. O objetivo destas diferentes abordagens é realizar periodizações da evolução do desmatamento na AML. Com base no padrão espacial, agentes e vetores do desmatamento na AML são definidos dois grandes períodos, com divisor temporal nos anos 2000. Por outro lado, considerando os modelos de ocupação e desenvolvimento da Amazônia, associado com a evolução do desmatamento, são definidos 5 períodos, com divisores temporais em meados das décadas de 1960, 1980, 2000 e 2010. Em síntese, verifica-se uma lenta evolução nas políticas de proteção da Amazônia desde o final do século XX, com destaque para a década de 2000, enquanto que no período atual a gestão da AML vive um retrocesso socioambiental.</p> 2022-12-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 REVISTA GEONORTE //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/10736 Mapeamento da contaminação de águas subterrâneas de postos de gasolina usando radar de penetração no solo (GPR) na Amazônia, Brasil 2022-10-01T21:32:38+00:00 SANNY CASTRO sanny.cast@gmail.com Fernanda Souza do Nascimento snfernanda@icloud.com Nobert Fenzl norbert@ufpa.br <p class="referenciasbibliograficas" style="text-indent: 0cm; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6.0pt 0cm;"><span style="font-size: 10.0pt; color: black;">O Radar de Penetração no Solo (GPR/ GSSI-SIR 3000-Common-offset) foi utilizado para detectar e dimensionar estruturas subterrâneas e plumas de contaminação por hidrocarbonetos em torno de postos de gasolina no município de Santarém (Pará/Amazônia/Brasil). Dois postos de combustíveis foram escolhidos dentre os mais antigos, localizados em áreas populosas, o que pode representar grande risco de contaminação do subsolo e das águas subterrâneas por vazamentos de combustíveis fósseis. A presente pesquisa utilizou janelas de tempo de 100 ns e 175 ns, com antena de 270 MHz, e os dados recebidos foram processados ​​via Software Reflex Win/ V4.5.5. Os resultados mostraram que os tanques de combustível são mais bem refletidos na configuração de 100 ns, enquanto o lençol freático e a pluma de hidrocarbonetos foram mais claramente identificados na configuração de 175 ns devido à maior faixa de profundidade. Portanto, o mapeamento raso do subsolo com o método GPR, utilizando as duas configurações complementares, foi eficaz na localização e delimitação de plumas de hidrocarbonetos até a profundidade de 4 metros. Assim, o método mostrou-se eficiente na obtenção de dados importantes para orientar os serviços de saneamento e saúde pública e a elaboração de políticas públicas ambientais e licenciamento de empresas que lidam com atividades potencialmente poluidoras.</span></p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 REVISTA GEONORTE