https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/issue/feed REVISTA GEONORTE 2021-09-21T23:54:06+00:00 Editor Geonorte revistageonorte@gmail.com Open Journal Systems <p>A <em><strong>Revista Geonorte</strong></em>, do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFAM, obteve o Identifidor Internacional de Objeto Digital – <strong><em>Digital Object Identifier</em></strong> (<strong>DOI</strong>). &nbsp;</p> <p>A <strong>Revista Geonorte</strong> é uma revista eletrônica do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Fedral do Amazonas que tem por finalidade publicar e divulgar trabalhos de cunho geográfico e de áreas correlatas. Os trabalhos de cunho geográficos compõem um conjunto de temas específicos da <strong>Geografia Física e Geografia Humana</strong> e áreas técnicas <strong>(Cartografia e Geoprocessamento</strong>) além de aspectos eminentemente associados à epistemologia do saber geográfico, como aqueles onde a interdisciplinaridade das áreas afins da Geografia se faz presente.</p> <p>A forma de publicação é semestral/fluxo contínuo, onde os trabalhos submetidos são avaliados por pareceristas que atuam na área de conhecimento em que&nbsp;o manuscrito foi encaminhado.</p> <p>O conselho editorial da Revista é compostos por profissionais de diversas áreas dentro de Geografia e áreas afins, que atuam em Universidades de todas regiões do Brasil e em universidades do exterior.</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Atualmente a Revista Geonorte está indexada na seguintes bases:&nbsp;</strong></p> <p>Latindex, Directory Of Open Acess Journal, Diadorim, Livre, Sumários.org, Base, Google Acadêmico, &nbsp;CiteFactor, EZ3, General Impact Factor, Cross Ref, Ibicit oasisbr, OCLC WorldCat, Scientific Indexing Service, TIB, WorldWideScience <em>Alliance</em>, Journal Factor, Redib, DRJI, Eurasian Scientific&nbsp; Journal Index, Academic Resource Index, Cosmo Impact Factor, ISI.</p> <p>DOI 10.21170</p> <div>&nbsp;</div> https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/9222 EXPEDIENTE: REVISTA GEONORTE, V.12, N.39, JAN-JUN, 2021 2021-07-12T21:00:31+00:00 João Cândido André da Silva Neto editorgeonorte@gmail.com <p>EXPEDIENTE: REVISTA GEONORTE, V.12, N.39, JAN-JUN, 2021</p> 2021-07-09T01:52:50+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA GEONORTE https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/9223 NOTA EDITORIAL: REVISTA GEONORTE, V.12, N.39, JAN-JUN, 2021 2021-09-21T23:47:17+00:00 João Cândido André da Silva Neto editorgeonorte@gmail.com <p>É com grande satisfação que publicamos o novo número da <strong><em>REVISTA GEONORTE, V.12, N.39, JAN-JUN, 2021.</em></strong></p> <p>Gostaríamos de agradecer a todos autores e autoras pelas contribuições, que consolidam a Revista Geonorte no âmbito nacional. Não poderíamos deixar de agradecer os pareceristas do conselho científico, pelo trabalho cuidadoso e de excelência que tem sido incorporado à Revista Geonorte.</p> <p>Esse é o último número da Revista Geonorte sob nossa coordenação/editoração e fecha um ciclo de quatro anos, que se iniciou em 2017, quando assumimos a frente do processo editorial da Revista Geonorte, percorremos um caminho sempre almejando patamares mais elevados no contexto nacional da publicação científica da Geografia brasileira.</p> <p>Há um longo caminho à ser percorrido e vamos percorrê-lo, alcançamos uma parte importante de nossos objetivos, que é divulgar produção científica de qualidade e de forma gratuita para o mundo.</p> <p>O atual número da <strong>REVISTA GEONORTE</strong> apresenta quatorze artigos científicos que tangem o temário da Geografia e áreas afins, apresentando contribuições científicas de várias regiões do Brasil.</p> 2021-07-09T02:55:30+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA GEONORTE https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8380 FLUVIAL EROSION RISK ANALYSIS: AN AMAZON STUDY CASE 2021-09-21T23:54:06+00:00 Iris Celeste Nascimento Bandeira iris.bandeira@cprm.gov.br Raimundo Almir Costa da Conceição raimundo.conceicao@cprm.gov.br Milena Marília Nogueira de Andrade milena.andrade@ufra.edu.br Sheila Gatinho Teixeira sheila.teixeira@cprm.gov.br Dianne Danielle Farias Fonseca dianne.fonseca@cprm.gov.br Joao Batista Marcelo de Lima joao.marcelo@cprm.gov.br Andressa Macedo Silva de Azambuja andressa.azambuja@cprm.gov.br Aderson Manoel da Silva Gregorio aderson.gregorio@marinha.mil.br Luciana de Jesus Penha Pamplona Miyagawa luciana.miyagawa@cprm.gov.br Silvio Tadeu Teles da Silva silvio.teles@estacio.br Paulo Afonso Pereira Aguiar paulo.aguiar@cprm.gov.br <div style="left: 243.233px; top: 975.294px; font-size: 16.6px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(1.01637);">In the Amazon region, there are more than 69.000 people living in areas at risk of fluvial erosion processes. In addition to the large number of people impacted, studies have shown that the</div> <div style="left: 141.84px; top: 1013.89px; font-size: 16.6px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(1.02149);">erosion patterns identified on the margins of mega rivers in the Amazon region are distinct due to the fact they are related the mass movement leading to great soil displacement known as ‘Terras Caidas’. In this context, this study aims to evaluate quantitatively the degrees of risk in areas subject to fluvial erosion in three communities: Itanduba, São Braz, and Fátima de Urucurituba. The methods include hazard attributes, as well as vulnerability aspects, through the Analytic Hierarchy Process (AHP). A multitemporal analysis were made to validated the marginal erosion a t the studied areas. The results indicated a high risk of fluvial erosion on these areas. The local families lives under high and very high social vulnerability in conditions with little infrastructure and very close to the susceptible erosive riverbank. The riverbank is composed of poorly consolidated sediments, show instability indicators, and are usually associated to drainages with flow rates above 100.000 m<sup>3</sup>/s. The results and methodology brings an important contribuition to territorial planning of the region.</div> 2021-06-25T19:46:16+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA GEONORTE https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8640 ANÁLISE DA EVAPOTRANSPIRAÇÃO POTENCIAL NO MUNICÍPIO DE CAMBARÁ DO SUL/RS 2021-09-21T23:53:37+00:00 Vinicius Santanna Castiglio viniciuscastiglio@Hotmail.com Karla Campagnolo kbcampagnolo@gmail.com Masato Kobiyama masato.kobiyama@ufrgs.br <p>A evapotranspiração, como parte do ciclo hidrológico, é classificada em duas categorias: real e potencial, onde a primeira representa a perda natural de água para a atmosfera, e a segunda, retrata condições ótimas de equilíbrio entre a evaporação e a transpiração. Neste trabalho foi caracterizado a evapotranspiração potencial (ETP) pelos métodos de Thornthwaite e Penman modificado e analisados os dados medidos em duas estações meteorológicas instaladas na cidade de Cambará do Sul (RS), no período de outubro/2017 a setembro/2019, e os dados de insolação diária de uma estação convencional para o mesmo período no município de Bom Jesus (RS). Então, foram analisadas as diferenças dos dados medidos de precipitação, temperatura, umidade relativa e velocidade do vento entre as duas estações meteorológicas, bem como da ETP estimada, no qual uma se encontra em uma região de preservação ambiental e a outra em uma área urbanizada. Com o método de Penman modificado, a Estação INMET apresenta uma evapotranspiraçãomédia de 1075 mm/ano e a Estação GPDEN 684 mm/ano. No caso do método de Thornthwaite com os dados da Estação GPDEN, o valor mensal da ETP foi sempre subestimado, com exceção de janeiro. Os resultados obtidos permitem concluir que o método de Penman modificado gera os valores da ETP maiores do que o de Thornthwaite.</p> 2021-06-25T20:12:14+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA GEONORTE https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8649 CARACTERIZAÇÃO MORFOMÉTRICA DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO VACACAÍ: CENTRO DO RIO GRANDE DO SUL 2021-09-21T23:53:05+00:00 Giorge Gabriel Schnorr giorgeschnorr@gmail.com Anderson Augusto Volpato Sccoti asccoti2@gmail.com Carina Petsch carinapetsch@gmail.com <p>Os trabalhos científicos destinados à descrição do meio físico são importantes ferramentas de diagnóstico e de subsídio ao planejamento. Na ciência geográfica, as técnicas e tecnologias voltadas ao diagnóstico dos componentes da natureza, vem avançando, principalmente ligadas à evolução da informática. O presente artigo tem como objetivo apresentar o levantamento morfométrico da Bacia Hidrográfica do Rio Vacacaí. Os procedimentos metodológicos utilizados foram baseados na utilização de SIG, MDE e análises estatísticas dos componentes do meio relacionados a drenagem, altitudes, declividades e índice de concentração de rugosidades, o qual teve como papel demonstrar as principais formas de relevo. Em termos de resultados foram apresentados mapas, tabelas e figuras, com foco na descrição e na quantificação dos atributos morfométricos da bacia hidrográfica. A hierarquia do Rio Vacacaí chega à 7ª ordem, os padrões de drenagem são dendríticos, paralelos e retangulares. A amplitude altimétrica da BHRV é superior a 400 metros e as declividades variam entre 0 e &gt;30%. Através do índice de concentração de rugosidades foi possível definir automaticamente as principais formas do relevo. A análise morfométrica, elaborada através de técnicas computacionais, possibilitada pelo geoprocessamento, apresenta um teor quantitativo e descritivo do ambiente, possibilita a aquisição de dados, que servem tanto para o planejamento, como também de base para outros trabalhos e análises aprofundadas do espaço geográfico.</p> 2021-06-25T20:40:25+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA GEONORTE https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8785 CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA ESTIAGEM NO VERÃO DE 2009 EM ERECHIM – RS 2021-09-21T23:52:07+00:00 Gabriel André Tochetto tochettogabriel@gmail.com Pedro Germano Murara pedro.murara@uffs.edu.br <p>As estiagens configuram-se com uma problemática para os citadinos urbanos e principalmente para os espaços rurais. O presente artigo tem por objetivo caracterizar e analisar a dinâmica atmosférica que contribuiu para a deflagração do episódio de estiagem que ocorreu no verão de 2009 no município de Erechim – Rio Grande do Sul. Os resultados obtidos a partir da comparação de dados de precipitação com as normais climatológicas confirmam que, nos meses de março e abril, o acumulado de precipitação esteve abaixo do esperado para o período. Uma análise mensal dos eventos meteorológicos indicou que o fenômeno <em>La Niña </em>foi muito intenso no final do ano de 2008, associado a este, a redução das passagens frontal, auxiliaram no decréscimo pluviométrico já a partir de março de 2009. A estiagem que ocorreu no verão de 2009 em Erechim contabiliza mais um evento impactante que resultou em perdas na agricultura e racionamento de água para os citadinos.</p> 2021-06-29T13:39:00+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA GEONORTE https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8790 LUGAR, SENTIMENTO E VIDA SOCIAL NO ESPAÇO PÚBLICO DA METRÓPOLE CONTEMPORÂNEA: PRAÇA SETE DE SETEMBRO, BELO HORIZONTE-MG 2021-09-21T23:51:38+00:00 Mariza Ferreira da Silva marizzafs@hotmail.com <p>O artigo originou-se de resultados de pesquisa qualitativa de natureza epistemológica e empírica, a partir de análise exploratória de um dos espaços mais dinâmicos e polarizados das cidades metropolitanas – a praça – lugar de encontro, vínculo de passagem, trocas culturais e oferta de serviços. Tem como objetivo despertar a capacidade crítico-analítica para a complexidade, a diversidade e a riqueza de situações físicas, simbólicas, sensoriais e sociais presentes no espaço livre público das metrópoles contemporâneas. A metodologia aplicada possibilitou realizar visitas de campo com entrevistas informais e realização de técnicas de observação, interpretação e análise do recorte espacial: o espaço livre público da Praça Sete de Setembro, localizada no centro de Belo Horizonte, em Minas Gerais, região Sudeste do Brasil. A abordagem multidisciplinar ofereceu elementos analíticos de percepção e compreensão do conceito de cidade metropolitana que vai além de um sistema de redes. Possibilitou ainda, verificar na condição urbana atual da referida cidade metropolitana, traços de contemporaneidade que a fizeram ultrapassar os limites territoriais de seu modelo original, planejado e modernista. O trabalho viabilizou a discussão teórica de vários autores e campos disciplinares, como forma de sustentação da apreensão crítica sobre as conquistas e reveses de nossa sociedade, no contexto espacial e sociocultural da área de estudo, que foi georreferenciada. &nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Palavras-Chave: </strong>Cidade Metropolitana; Percepção Espacial; Espaço Público; Praça Sete de Setembro-BH; Georreferenciamento.</p> 2021-06-29T14:22:52+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA GEONORTE https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8802 IDENTIFICAÇÃO, CLASSIFICAÇÃO E ESPACIALIZAÇÃO DE DEPÓSITOS E FEIÇÕES TECNOGÊNICAS DE SUB-BACIAS URBANAS DO RIO POTI EM TERESINA/PI 2021-09-21T23:51:09+00:00 Gabriel Cunha Linhares Fagundes gabrielfagundes@ufpi.edu.br Cláudia Maria Sabóia de Aquino cmsaboia@gmail.com <p><strong>Resumo: </strong>Este trabalho objetiva analisar como o tecnógeno se concebe na cidade de Teresina, bem como com quais impactos se relaciona. Os depósitos tecnogênicos identificados foram classificados como Úrbicos, Espólicos, Construídos, Gárbicos e Dragados estando ligados a impactos ambientais (alagamento, assoreamento de riachos e aterramento de lagoas), socioambientais (insalubridade, desabamentos) e urbanos (especulação imobiliária, ocupações). A pesquisa aponta que tais materiais necessitam de manejo adequado pelo poder público e população, de modo a melhorar a qualidade de vida nas áreas onde os mesmos foram identificados.</p> 2021-06-29T15:18:51+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA GEONORTE https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8841 PERCEPÇÃO SOBRE IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS: UM ESTUDO DE CASO NA RESEX LAGO DO CUNIÃ, PORTO VELHO, RONDÔNIA 2021-09-21T23:52:36+00:00 Luciana dos Santos Carvalho biolucarvalho@gmail.com Graziela Tosini Tejas graziela.tejas@ifro.edu.br Reginaldo Martins da Silva de Souza reginaldo.martins@ifro.edu.br Xênia de Castro Barbosa xenia.castro@ifro.edu.br <p class="referenciasbibliograficas" style="text-indent: 0cm; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6.0pt 0cm;">Esta pesquisa teve como objetivo investigar a percepção ambiental dos jovens de 16 a 24 anos, associados à cooperativa COOPCUNIÃ e residentes na RESEX Lago do Cuniã, Porto Velho, Rondônia. A metodologia utilizada consistiu em uma análise quali-quantitativa, a partir da aplicação de formulários estruturados com questões objetivas e discursivas. A análise dos dados consistiu na identificação: do perfil socioeconômico (idade, escolaridade, economia e fonte de renda), das atividades desenvolvidas na RESEX, e da relação entre os entrevistados, meio ambiente, uso dos recursos naturais e geração de impactos ambientais. Os resultados demonstraram a necessidade de implantação de um sistema de gerenciamento e tratamento de resíduos, acompanhadas por programas de educação ambiental, de fortalecimento do cooperativismo e de capacitação compatíveis com jornada cotidiana dos trabalhos extrativistas e agropecuários desenvolvidos na unidade de conservação.</p> 2021-06-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA GEONORTE https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8933 VOÇOROCAS EM ÁREAS DE MINERAÇÃO COMO COMPONENTE DA PAISAGEM DA BACIA HIDROGRÁFICAS DO RIO GUAMÁ, AMAZÔNIA ORIENTAL 2021-09-21T23:50:40+00:00 Isabela Farias Lima isabelafariaslimaa@gmail.com Aline Maria Meiguins de Lima alinemeiguins@gmail.com Nicolau Akio Kubota nickubota@gmail.com <p>A atividade mineral realizada na bacia hidrográfica do rio Guamá (nordeste do estado do Pará), atua principalmente próximo aos cursos d’água gerando impactos ambientais, como por exemplo, o desenvolvimento de feições erosivas. Este trabalho teve por objetivo avaliar os componentes da paisagem natural e antrópica condicionantes do desenvolvimento de feições erosivas nas sub-bacias do médio-alto curso do rio Guamá, além das condições que favoreceram o desenvolvimento de voçorocas decorrentes da atividade mineral. A metodologia associada envolveu a análise da paisagem componente em ambiente SIG (aspectos fisiográficos e de uso da terra), além da caracterização em campo de voçorocas, utilizando um protocolo específico. Os resultados indicam que as sub-bacias avaliadas já apresentam cerca de 54% de seu território destinado ao uso agropecuário e 42% com cobertura florestal remanescente ou secundária. E a área delimitada como de influência da atividade mineral, contém mais de 50% de alteração, comprometendo principalmente a faixa ripária. O conjunto de informações avaliadas indica que a evolução da atividade mineral na região não tem se manifestado de forma sustentável, favorecendo o surgimento de voçorocas, cujo processo de recuperação já se encontra na faixa mais elevada de custo, o que implica que deve ser exercida uma maior pressão no setor mineral para redução destes impactos.</p> 2021-06-29T20:33:06+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA GEONORTE https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7924 AVENIDA DAS FLORES: UM ESTUDO SOBRE AS RUAS DE ESPECIALIDADES NA ÁREA DE SAÚDE EM CUIABÁ – MT 2021-09-21T23:50:11+00:00 Gabriel de Miranda Soares Silva soares.ufmt@gmail.com Sônia Regina Romancini romancini.ufmt@gmail.com <p>A formação das ruas de especialidades em Cuiabá está aliada às transformações socioespaciais que ocorrem na cidade nas últimas décadas. A concentração de produtos e serviços inicia no fim do século XX, e permanece até os dias atuais. Assim, o objetivo deste trabalho é evidenciar o processo de (re)estruturação urbana na cidade de Cuiabá, apontando o surgimento de ruas e avenidas que concentram serviços específicos na área da Saúde. Dentre os procedimentos metodológicos, utilizamos um levantamento bibliográfico e documental, além de atividades de campo, onde se constata a intensa dinâmica de uso do solo na Avenida das Flores, que é caracterizada pela oferta de serviços na área de saúde, que atendem a Cuiabá e municípios que compõem a Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá.</p> 2021-06-29T22:57:52+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA GEONORTE https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8813 DIAGNÓSTICO GEOAMBIENTAL COMO FERRAMENTA NO PLANEJAMENTO E GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS DA SUB-BACIA DO RIO LONTRA – TO 2021-09-21T23:49:43+00:00 Thaiana Brunes Feitosa thaianabrunes@gmail.com Renisson Neponuceno de Araújo Filho renisson@uft.edu.br Caroline Iost Caroline.iost@ifg.edu.br <p>A falta de informações sobre as características dos elementos que compõem o meio ambiente e a degradação, faz com que o diagnóstico geoambiental seja uma ferramenta essencial para as questões econômicas e ambientais do estado do Tocantins. Sendo assim, esse trabalho teve como objetivo fazer um diagnostico ambiental levando em consideração a caracterização geologica, geomorfologica, morfométrica, pedológica e de uso e ocupação do solo em sub-bacia do rio Lontra no estado do Tocantins. As características morfométricas foram determinadas utilizando o software ArcGIS 10.4, foram utlizadas bases cartográficas obtidas na SEPLAN. A partir dessas informações, foram determinados os demais índices utilizados no trabalho. A geomorfologia da sub-bacia foi caracterizada predominantemente por bacias sedimentares, com 62,15%. O uso e ocupação do solo predominante foi a pecuária, seguida pela agricultura, respectivamente 56,14% e 30,83%. A vegetação nativa representa 10,39%, e contribue para o uso sustentável dos recursos naturais do estado. Foi identificado a predominância do solo Argissolo, caracterizado pela baixa disponibilidade de nutrientes. O relevo foi classificado entre plano a ondulado, favorecendo o processo de infiltração. Através das características morfométricas foi constatado que a bacia apresenta forma alongada, apresentando um forte controle estrutural da drenagem e baixas condições que propiciem a formação de picos elevados de vazão e formação de enchentes. O levantamento geoambiental da sub-bacia do rio Lontra favoreceu o maior entendimento na dinâmica das formas que compõem a paisagem e dos riscos de degradação que uma determinada atividade ou utilização das terras pode ocasionar.</p> 2021-06-29T23:54:25+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA GEONORTE https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7946 DESTINO DO CAROÇO DE AÇAÍ NO MUNICÍPIO DE OIAPOQUE - AP 2021-09-21T23:49:13+00:00 Lidiane de Vilhena Amanajás Miranda lidiane.miranda@ifap.edu.br Sérgio Barbosa de Miranda sbmirand@yahoo.com.br Viviane Vanessa de Vilhena Amanajás vivi_amanajas@yahoo.com.br <p class="referenciasbibliograficas" style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-indent: 0cm; line-height: normal;"><span style="font-size: 12.0pt;">O resíduo orgânico é um grande vilão do meio ambiente, se for descartado de qualquer maneira, pode contaminar a água e o solo. Estes impactos podem ser evitados com utilização de técnicas que permitam um desenvolvimento sustentável, pois os caroços podem ter diversas formas de reutilização. O objetivo deste estudo é verificar a quantidade e onde que são descartados os resíduos (caroço de açaí). O método de Coleta de dados ocorreu com a criação de formulário submetida no comitê de ética da UNIFAP, e aplicação de 21 formulários aos batedores de açaí. A análise dos dados foi facilitada pela utilização da Planilha de Excel que auxiliou o tratamento de dados. A justificativa desse trabalho se dá diante da grande quantidade de caroços produzidos, visto que há a necessidade de saber de que forma estes caroços estão sendo utilizados e qual o seu destino para que assim seja possível propor um direcionamento adequado, dentro das alternativas de uso sustentável constituindo não só na resolução de um problema estético ou ambiental, mas de desperdício de energia e materiais. Os resultados obtidos constatou um quantitativo bastante variável, no período de safra é de 2 a 17 sacas de caroços de açaí descartados, e no período de entressafra é de 2 a 4 sacas. E permitiram sugerir que o caroço de açaí pode ser utilizado em substituição parcial como fonte energia térmica em indústrias de pequeno porte. </span></p> 2021-07-07T16:39:51+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA GEONORTE https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7159 VARIABILIDADE TÉRMICA E A PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DE GEADA E CALOR EXTREMO NA MESORREGIÃO NORTE PIONEIRO PARANAENSE (BRASIL) – ESTUDO DE CASO DO ANO DE 2019 2021-09-21T23:48:44+00:00 Nathan Felipe da Silva nathancaldana@gmail.com Jordana Mayra Nassar jordana.nassar@gmail.com Marcelo Augusto de Aguiar e Silva aguiaresilva@uel.br <p>Apesar dos recentes avanços tecnológicos e científicos, o clima é ainda a variável mais importante na produtividade agrícola. O estado do Paraná se encontra em uma região de transição climática com grande variação dos elementos meteorológicos, sendo essencial a compreensão destes fenômenos devido a seus possíveis impactos. O objetivo deste trabalho foi analisar variabilidade térmica e a probabilidade de ocorrência de geada e calor extremo na Mesorregião Norte Pioneiro Paranaense. E como objetivo secundário realizar um estudo de caso das variáveis meteorológicas analisadas para o ano de 2019. Para caracterização de variabilidade térmica, geada e calor extremo, foram utilizados dados de 10 estações meteorológicas. Foram aplicadas técnicas estatísticas e de geoprocessamento, como regressões e interpolações para garantir uma plena cobertura regional de informações. Identificou-se grande variabilidade climática na região, principalmente recorrente as diferenças de altitude que influenciam no regime térmico. Pela localização em área de transição climática a Mesorregião registrou temperaturas máximas e mínimas extremas. A área da região com maiores altitudes apresentou alta probabilidade alta de ocorrência anual de geada. Pelo estudo de caso, identificou-se que o ano de 2019 foi de 1 a 2,5°C mais quente em toda região, mesmo assim houve ocorrência de geada com a entrada de uma frente fria no início de julho com registro de temperaturas inferiores a -4°C.</p> 2021-07-07T17:37:10+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA GEONORTE https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8070 O PROBLEMA DOS PNEUMÁTICOS EM RONDÔNIA: IMPACTOS AO MEIO AMBIENTE EM PORTO VELHO 2021-09-21T23:48:15+00:00 Sheila Castro dos Santos sheila1705@gmail.com Siane Cristhina Pedroso Guimarães sianecpg@unir.br <p>Este artigo possui por objetivo evidenciar algumas aplicabilidades do reuso do material sólido descartado como auxílio para a gestão do território, utilizando como tema específico os pneumáticos inservíveis, evidenciando para tal o município de Porto velho capital da unidade federativa Rondônia. A metodologia utilizada foi viés de pesquisa qualitativa, com tipologia explicativa e descritiva em conjunto com o método o hermenêutico ricoeuriano orientou análise em diversos textos tanto de autores da área da ciência geográfica que abordam conhecimentos nos temas em meio ambiente e nas Leis que normatizam a utilização, reutilização e descarte dos pneumáticos. As empresas responsáveis pela comercialização dos pneumáticos criaram a empresa Reciclanip atendendo a resolução 416/2009 CONAMA, a qual regulamenta a coleta e destinação correta para os pneus em desuso. Como resultado foi constatado que até 2018 havia 1.118 pontos de coleta para pneus inservíveis, destes apenas 3% encontram-se na região norte. Percebeu-se que as indústrias através desse descarte menos agressivo ao meio ambiente visam cumprir com as normatizações e, também ganhar economicamente com a transformação dos inservíveis em outros objetos. Neste sentido, Porto Velho vai na contramão no descarte e na utilização dos inservíveis, também desobedece a legislação ambiental própria para os inservíveis sólidos que é específica em como os entes federativos e seus municípios devem agir.</p> 2021-07-09T01:20:51+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA GEONORTE https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8148 INTERVENÇÕES EM CORPOS HÍDRICOS E ALTERAÇÕES NO MEIO GEOGRÁFICO: O DESASSOREAMENTO DO CANAL DO PIATÓ – ASSÚ, RIO GRANDE DO NORTE, BRASIL. 2021-09-21T23:47:46+00:00 Joshuá Davinci Nunes Rocha joshuadavinci@hotmail.com Rafael Pereira da Silva rafaelsilva.geo@gmail.com <p>O desassoreamento é uma medida periódica que visa manter a profundidade e o curso do corpo hídrico constante, pois em períodos de baixa pluviosidade o rio pode sofrer por meios antrópicos ou naturais transformações que o torne menos profundo. A deposição de sedimentos ou objetos como lixo em seu leito, contribui para que em momentos de chuvas mais intensas a água que passa pelo canal ultrapasse os limites pré-estabelecidos pelas suas margens. Sendo assim, o presente trabalho busca compreender os impactos&nbsp; socioambientais causados pelo processo de desassoreamento no canal do Piató. O referido canal está sendo debatido na Câmara Municipal de Assú, sendo que o mesmo já passou por outras intervenções de desassoreamentos, segundo relato de moradores locais, porém&nbsp; sem sucesso. Fato ocorrido entre as décadas de 40 e 50, pelo então prefeito Edgar Borges Montenegro, nos anos entre 1948 a 1953. Tendo em vista problemas que por ventura podem ser acarretados a partir da realização do desassoreamento do canal, buscaremos compreender os impactos socioambientais decorrentes da recuperação do Canal do Piató. A equipe técnica da SEMARH (Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Rio Grande do Norte), está realizando os estudos topográficos e ambientais <em>in loco</em> para posteriormente, iniciar a reconstrução do sangradouro do Canal do Piató. A SEMARH demonstra preocupação quanto a real possibilidade sobre o abastecimento da Lagoa do Piató pelas águas do canal em períodos chuvosos, ou não, e também qual o melhor local para o início dos trabalhos de desassoreamento dentro do canal do Piató.</p> 2021-07-09T01:45:36+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA GEONORTE