Modo de vida camponês e políticas públicas no assentamento Riozinho – Carauari-Am

  • Sanaê Ferreira de Souza Universidade Federal do Amazonas, UFAM, Brasil.
  • Kleten Kelle Lima de Oliveira
  • Manuel de Jesus Masulo da Cruz
Palavras-chave: Assentamento, produção camponesa, políticas públicas.

Resumo

O presente trabalho propôs compreender o modo de vida dos camponeses e como as políticas públicas exercem suas funções no Assentamento Riozinho, sob os aspectos econômicos e sociais. A pesquisa analisa os mecanismos do projeto implantado no Assentamento Riozinho pelo INCRA, com objetivo de compreender o modo de vida dos camponeses, como eles se reproduzem por meio de sua produção e os fatores que estão ligados a reforma agrária no assentamento. Foram realizados trabalhos de campo, entrevistas com os moradores, observações e leituras bibliográficas. O projeto desenvolvido pelas ações operacionais do governo apresenta a falta de continuidade de infraestrutura nas estradas o que resulta em dificuldade no transporte para escoar a produção dos camponeses e, sobretudo, no que se refere ao saneamento básico. A política de reforma agrária deve reconhecer os projetos implantados no assentamento e principalmente, nos recadastramentos dos títulos de terras. A maioria das famílias que moram no assentamento não possui o título definitivo da terra.

 

Biografia do Autor

Sanaê Ferreira de Souza, Universidade Federal do Amazonas, UFAM, Brasil.
Graduanda do curso de Bacharelado em Geografia – Universidade Federal do Amazonas.
Kleten Kelle Lima de Oliveira

 Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Amazonas.

Manuel de Jesus Masulo da Cruz

Docente do Programa de Pós-Graduação em Geografia – Universidade Federal do Amazonas. 

Publicado
2017-05-15
Como Citar
Ferreira de Souza, S., Lima de Oliveira, K. K., & Masulo da Cruz, M. de J. (2017). Modo de vida camponês e políticas públicas no assentamento Riozinho – Carauari-Am. REVISTA GEONORTE, 8(28), 161 - 177. https://doi.org/10.21170/geonorte.2017.V.8.N.28.161-177