RELATO DE EXPERIÊNCIA: VIVÊNCIA NA ESCOLA POR MEIO DO PROGRAMA RESIDÊNCIA PEDAGÓGICA.

Autores

  • Greyciele Cerdeira Fonseca Universidade Federal do Amazonas - Instituto de Saúde e Biotecnologia (UFAM/ISB)
  • Jéssica Teio Sousa Universidade Federal do Amazonas - Instituto de Saúde e Biotecnologia (UFAM/ISB)
  • Klenicy Kazumy de Lima Yamaguchi Universidade Federal do Amazonas - Instituto de Saúde e Biotecnologia (UFAM/ISB)

Palavras-chave:

Residência Pedagógica, Formação, Química

Resumo

Introdução: O Programa Residência Pedagógica da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) viabiliza contemplar uma interação entre discente e a escola. A experiência do Programa Residência Pedagógica (PRP) é de grande importância para a formação dos discentes, considerando que cada vez mais são requisitados profissionais com habilidades e bem preparados para o mercado de trabalho. É imprescindível que, na formação docente, discentes de cursos de licenciatura sejam inseridos na educação básica. Objetivo: O presente trabalho teve por objetivo relatar as vivências de duas discentes de licenciatura, inseridas em uma escola da rede pública de ensino, no Programa Residência Pedagógica na área de Química. Método: A vivência foi realizada na escola Instituto Bereano de Coari-IBC, localizada em Coari-AM, abrangendo os níveis de Ensino Fundamental e Médio, nos turnos matutino e vespertino. O PRP foi dividido em duas fases: Na primeira fase foram realizadas observações e caracterização pertinentes ao ambiente físico da escola. Foram aplicados dois questionários, um para saber a situação socioeconômica dos alunos e o outro para averiguar qual a importância da escola para a comunidade. Também foi realizada uma entrevista com o Gestor da escola para tomar os devidos conhecimentos de como ocorrem determinados processos. A segunda fase compreendeu a regência nas escolas, ou seja, foi onde as residentes tiveram o primeiro contato como professoras, sendo supervisionadas e auxiliadas pela preceptora, com autonomia na sala de aula. Realizou-se diversas tarefas além de reger, tais como: planejamento das aulas, elaborações de exercícios, aplicação e correção de provas. Resultado: A fase de caracterização da escola proporcionou um maior conhecimento sobre o ambiente escolar e suas funcionalidades. Através dos questionários aplicados pode-se perceber que a maioria dos alunos vive em condições economicamente favoráveis para o término dos seus estudos e que a escola possui uma grande importância para a comunidade. A fase da regência proporcionou a experiência de como ser professor, pois na prática atuou-se como tal, isso ampliou um novo olhar reflexivo de como será a realidade como futuras profissionais. A vivência na escola como profissionais formados mesmo sendo residentes, demonstrou as dificuldades enfrentadas por profissionais já formados e, com isso, percebeu-se que houve evolução no desenvolvimento da formação acadêmica das residentes. A interação entre as residentes e os alunos foi de fundamental importância para que as aulas fluíssem de forma satisfatória, pois os alunos tornaram-se bastante participativos. Nesse sentido o PRP implementou à imersão discente como um todo, pois as discentes partilharam informações e experiências com os demais professores, gestor e funcionários, tornando o conhecimento de forma coletiva, levando-as ao crescimento pessoal e profissional. Conclusão: O PRP foi de fundamental importância para a formação tanto acadêmica quanto profissional, permitindo a interação entre as discentes de licenciatura e a escola de Ensino Básico, possibilitando-as serem inseridas dentro da comunidade escolar e tornando-as mais experientes e capacitadas na vida acadêmica.

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Publicado

2020-10-26

Como Citar

FONSECA, G. C.; SOUSA, J. T.; YAMAGUCHI, K. K. de L. RELATO DE EXPERIÊNCIA: VIVÊNCIA NA ESCOLA POR MEIO DO PROGRAMA RESIDÊNCIA PEDAGÓGICA. Revista Ensino, Saúde e Biotecnologia da Amazônia, [S. l.], v. 2, n. esp., p. 44, 2020. Disponível em: //periodicos.ufam.edu.br/index.php/resbam/article/view/6581. Acesso em: 4 dez. 2022.

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