O SENSORIAMENTO REMOTO COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DA GEOGRAFIA

Autores

  • Drielly da Costa Vilhena
  • Stélio Soares Tavares Júnior
  • Luiza Câmara Beserra Neta

Palavras-chave:

geotecnologias, ensino-aprendizagem, recursos tecnológicos.

Resumo

A presente pesquisa tem importância para o processo de ensino – aprendizagem, em especial ao ensinoda geografia, por se tratar da implementação de um método didático que concilia o aprendizado deconhecimentos geográficos tradicionais com o uso de recursos tecnológicos, como imagens digitaisoriundas de sensores remotos orbitais. O uso de produtos de sensoriamento remoto no ensino básicoconstitui uma alternativa articuladora entre as informações de cunho geográfico com a escola,proporcionando assim, recursos tecnológicos que permitem aos alunos a superação dos conceitos edefinições já estabelecidos, construindo seu próprio conhecimento através do uso dessas ferramentas.Dessa forma, esta pesquisa objetivou a aplicação de uma metodologia de ensino-aprendizagem aoconhecimento das ciências geográfica à alunos do ensino médio da Escola Estadual Ana Libória,através de produtos gerados por técnicas de sensoriamento remoto (SERE), com o intuito de estimulara análise dos diversos fatores que contribuem para os alagamentos na cidade de Boa Vista - Roraima.A pesquisa é descritiva e quantitativa, pois foi inspirada na interpretação, observação e na atribuiçãode significados aos dados coletados. Dentre os resultados obtidos, destaca-se a aprendizagemespontânea, levando aos alunos a um ambiente favorável ao diálogo, no qual puderam formularquestionamentos. Nesse sentido, as imagens de sensoriamento remoto constituem-se em um recursodidático que permite a articulação por parte do professor das informações de cunho geográfico,contextualizando-as com a realidade local do aluno.

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Publicado

2012-11-12

Como Citar

Costa Vilhena, D. da, Soares Tavares Júnior, S., & Câmara Beserra Neta, L. (2012). O SENSORIAMENTO REMOTO COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DA GEOGRAFIA. REVISTA GEONORTE, 3(5), 1624 –. Recuperado de //periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/2218

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