Mulheres Indígenas em movimentos sociais: novas práticas e desafios a partir da experiência das Mulheres Indígenas Zapatistas

Autores

  • Priscila da Silva Nascimento Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Marília, SP

DOI:

https://doi.org/10.29327/233099.12.2-12

Palavras-chave:

Mulheres indígenas, movimento zapatista, códigos culturais, etnia tojolabal

Resumo

O objetivo desta reflexão é compreender como as transformações ocorridas na conjuntura dos anos 90 no México interagiram com as práticas e as experiências das mulheres indígenas do movimento zapatista. Para tal, nossa análise parte de duas perspectivas que, embora dialoguem entre si, guardam suas particularidades. Assim, buscamos primeiramente compreender como a vivência sob os códigos culturais de uma das etnias que compõe o movimento, a etnia tojolabal, põe desafios para uma organização política das mulheres nas comunidades indígenas e, num segundo momento, focamos as motivações e particularidades que tornam o movimento zapatista um espaço procurado pelas indígenas que desejam experenciar novas relações de gênero.


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Biografia do Autor

Priscila da Silva Nascimento, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Marília, SP

Graduada e Mestre em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Marília(SP).

Referências

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Publicado

06-02-2026

Como Citar

NASCIMENTO, P. da S. Mulheres Indígenas em movimentos sociais: novas práticas e desafios a partir da experiência das Mulheres Indígenas Zapatistas. Somanlu: Revista de Estudos Amazônicos, Manaus, v. 12, n. 2, p. p. 261–274, 2026. DOI: 10.29327/233099.12.2-12. Disponível em: //periodicos.ufam.edu.br/index.php/somanlu/article/view/451. Acesso em: 21 fev. 2026.

Edição

Seção

Artigos