Poder estrutural e sua utilização pelas corporações como ferramenta de dominação do mundo globalizado

Autores

  • Frederico Nicolau Cesarino Universidade Federal do Amazonas

DOI:

https://doi.org/10.29327/233099.10.1-12

Palavras-chave:

globalização, poder estrutural, poder brando, empresas Multinacionais

Resumo

Desde o início da revolução industrial, há mais de dois séculos, a tecnologia moderna tem radicalmente aumentado ou aprimorado a produção, os transportes e comunicações em todo o mundo. Durante o período, a população humana mundial cresceu de um bilhão para mais de sete bilhões, e surgiu-se uma rede de interligação mundial entre os indivíduos. Na busca por recursos naturais (alimentos, combustíveis e outras matérias-primas) e por mercados para os produtos industrializados, as corporações trabalham, negociam, colaboram e competem entre si, transformam a cultura e o meio ambiente através de seu poder estrutural. Assim, essa dinâmica de ações causa, ao mesmo tempo, benefício para um determinado grupo e uma gama de prejuízos de diversos tipos para uma grande massa populacional.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Frederico Nicolau Cesarino, Universidade Federal do Amazonas

Engenheiro mecânico e matemático. Aluno do curso de mestrado em sociologia pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM).

Referências

BERHAGEN, P. Structural Power, Information Asymmetry and Public Policy:A Signaling Model of Business Lobbying in Democratic Capitalism. Annual Meeting of the American Political Science Association. Philadelphia. 2003.CASTELLS, M. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.GILL, S.; LAW, D. The Global Political Economy: Perspectives, Problems and Policies. The Johns Hopkins University Press: Baltimore, 1993.JOHNSON, A. Dicionário de sociologia:guia prático da linguagem sociológica. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997.KEOHANE, R.; NYE, J. S. Power and Interdependence.Harper Collins, NY, 2001LAKATOS, E. Sociologia geral. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.MARX, K. O Capital: crítica da economia política. Tradução de Regis Barbosa e Flávio R. Kothe. 2. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1985. (Os Economistas)._________. O manifesto comunista. Tradução de Maria Lucia Como. Ed. especial. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2010.McBRIDE, B. The essence of anthropology.Kansas City: Kansas State University Press, 2011. NYE, J. S. O Paradoxo do Poder Americano. São Paulo: Editora Unesp, 2002.________. Soft Power : The Means to Success in World Politics. New York, NY: Public Affairs, 2004.RONDINELLI, D. A. Transnational Corporations: International Citizens or New Sovereigns? Business and Society Review, v. 107, n. 4, p. 391-413, 2002.SANTOS, B. S. Pela mão de Alice: o social e o político na pós-modernidade. 4. ed. São Paulo: Cortez, 1997.SARFATI, G. Os limites do poder das empresas multinacionais – o caso do protocolo de Cartagena.Campinas: Editora Unicamp, 2008___________. Terceiro xadrez: como as empresas multinacionais negociam nas relações econômicas internacionais. São Paulo: EDUSP, 2009WOLF, E.R. Envisioning power : ideologies of dominance and crisis. Berkeley: University of California Press, 1999.

Downloads

Publicado

18-01-2026

Como Citar

CESARINO, F. N. Poder estrutural e sua utilização pelas corporações como ferramenta de dominação do mundo globalizado. Somanlu: Revista de Estudos Amazônicos, Manaus, v. 10, n. 1, p. p. 219–236, 2026. DOI: 10.29327/233099.10.1-12. Disponível em: //periodicos.ufam.edu.br/index.php/somanlu/article/view/483. Acesso em: 6 fev. 2026.

Edição

Seção

Artigos