REGISTROS PARA A ETERNIDADE:

FOTOGRAFIAS MORTUÁRIAS NA CIDADE DE MANAUS (SÉCULOS XIX E XX)

  • Fábio Augusto de Carvalho Pedrosa Universidade Federal do Amazonas (UFAM)

Resumo

A invenção do daguerreótipo, predecessor das modernas câmeras fotográficas, criação do pintor e cenógrafo francês Louis Jacques Mandé Daguerre (1787-1851), revolucionou a prática de registrar determinados momentos do cotidiano, fossem eles particulares ou não, ao redor do mundo. Um novo leque de possibilidades se abriu. Dentre esses registros estão os mortuários, de pessoas no leito de morte ou no velório, que se popularizaram em diferentes regiões. No presente trabalho buscou-se analisar a prática das fotografias mortuárias na cidade de Manaus. Além dos anúncios de serviços fotográficos publicados em periódicos da segunda metade do século XIX, foi estudado um conjunto desses registros fotográficos produzidos na cidade entre as décadas de 1900 e 1990, visando compreender a confecção e os significados dos mesmos.

Palavras-chaves: Fotografias; Morte; Manaus.

Publicado
2020-09-01