Nael, sujeito emblemático do romance Dois Irmãos de Milton Hatoum
DOI:
https://doi.org/10.29327/233099.15.2-8Palavras-chave:
Raça, Enredo, História, Memória, ContextualizaçãoResumo
A literatura sempre foi e continuará sendo um campo fértil para se entender o homem de uma forma global. Ao ler um romance, pode-se perceber as instâncias naturais que contextualizam a condição masculina e feminina que formam uma totalidade que dá sentido às personagens e ao enredo; é pela memória e pela história que o autor compõe estes sujeitos. Através do individualismo que forma a memória pessoal que flui a história de se estar no mundo em dado tempo e lugar, sustentando a natureza do sujeito, que de indivíduo isolado passa a ser parte de um painel mais amplo que se sobressai na correnteza do fluxo histórico.
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