EFEITO PÓS-COLHEITA E LOGÍSTICO DA MAÇÃ FUJI: Mulus sylvestris

  • Arthur Silva Monteiro Instituto Federal do Amazonas/IFAM Campus Coari– Amazonas/Brasil
  • Diego Pinheiro Guimarães Instituto Federal do Amazonas/IFAM Campus Coari– Amazonas/Brasil
  • Jhenifer Botelho de Souza Instituto Federal do Amazonas/IFAM Campus Coari– Amazonas/Brasil
  • Jackson Mitoso Alho Instituto Federal do Amazonas/IFAM Campus Coari– Amazonas/Brasil
Palavras-chave: Pós-colheita, Logística, Maçã-Fuji

Resumo

Introdução: O processo pós-colheita tem como finalidade identificar a qualidade dos frutos, o processo logístico tem como objetivo controlar e planejar a logística de um produto. Com a chegada das tecnologias, facilitou o processo logístico da maçã Fuji, reduzindo os problemas e trazendo mais qualidade e eficiência. Objetivo: O estudo caracterizou o nível e a qualidade do conhecimento sobre o efeito pós-colheita e logístico da maçã Fuji: Mulus sykvestris. Método: Esse estudo é classificado como descritivo, pois exige do investigador uma série de informações sobre o que deseja pesquisar. Este estudo descreve o efeito pós-colheita e logístico da maçã Mulus sykvestris. Resultado: Os autores citados descrevem que os efeitos pós-colheita e logístico da maçã Fuji iniciam-se logo após a colheita, passa pela seleção dos frutos para fazer análises em laboratórios e o restante segue para o armazenamento que já dá entrada no processo logístico da maçã Fuji, o seu problema principal seria a podridão branca e o causador disso é o fungo Botryosphaeria dothidea. Conclusão: Identificamos que no processo pós-colheita é feito a seleção de qualidade da maçã. O processo logístico tem como meta a distribuição do produto e a entrega com qualidade. Com a chegada da tecnologia, facilitou o processo da maçã das empresas diminuindo assim os problemas, uns desse problemas é a podridão da maçã.

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Publicado
2020-10-26
Como Citar
MONTEIRO, A. S.; GUIMARÃES, D. P.; DE SOUZA, J. B.; ALHO, J. M. EFEITO PÓS-COLHEITA E LOGÍSTICO DA MAÇÃ FUJI: Mulus sylvestris. Revista Ensino, Saúde e Biotecnologia da Amazônia, v. 2, n. esp., p. 77-83, 26 out. 2020.