//periodicos.ufam.edu.br/index.php/amazonida/issue/feed Revista Amazônida: Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Amazonas 2024-03-07T00:00:00+00:00 Profa. Fabiane Maia Garcia rappge@ufam.edu.br Open Journal Systems <p style="text-align: justify;"><strong>Amazônida</strong>, uma Revista de fluxo contínuo do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Amazonas (<strong><a href="https://ppge.ufam.edu.br/" target="_blank" rel="noopener">PPGE/UFAM</a></strong>), publica trabalhos de educação sob forma de artigos, relato de pesquisa, estudo teórico, resenhas críticas e entrevistas dentro de uma ação integradora dos conhecimentos produzidos no contexto da Amazônia internacional, no Brasil e no mundo.</p> //periodicos.ufam.edu.br/index.php/amazonida/article/view/13432 A metamorfose da escola: os saberes docentes e as novas formas de aprender 2023-09-29T16:44:47+00:00 Jose Francisco Rocha Simao jfr1412@gmail.com Mônica Strege Médici stregemonica@gmail.com Marcelo Franco Leão stregemonica@gmail.com <p>O presente estudo tem base metodológica de revisão de literatura e análise quantitativa. Nosso objetivo consiste em descrever a formação docente da educação básica atrelada às Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDICs) ante a contemporaneidade social de educandos presentes na escola pública. O ato de ensinar, após o período pandêmico de Covid-19, mostra a necessidade de usar cada vez mais as tecnologias digitais na educação básica. Todavia, é preciso, por meio do sistema de ensino, dar condições de uso tecnológico aos educandos na escola, torna-se basilar, ainda, possibilitar condições e formações aos docentes frente a contextos sociais e tecnológicos e, assim, atender com mais objetividade às demandas sociais de discentes que adentram as escolas públicas.</p> 2024-03-07T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 //periodicos.ufam.edu.br/index.php/amazonida/article/view/12517 Ensino religioso e narrativas não hegemônicas 2023-10-30T17:36:08+00:00 Erivelton Pessin eriveltonpessin@hotmail.com Marizete Andrade Silva marizethandrade@hotmail.com <p>Este artigo tem por objetivo avaliar as contribuições do Ensino Religioso escolar na produção de narrativas não hegemônicas, a partir de uma educação antirracista e decolonial. Por meio de uma revisão narrativa da bibliografia recente, com destaque para artigos científicos produzidos entre os anos 2017 e 2022, procura-se compreender como o Ensino Religioso tem contribuído no processo de reconhecimento das identidades e alteridades sociais, por meio do entendimento da diversidade religiosa, sobretudo em atendimento à Lei n. 10.639/2003, que regula a inclusão da cultura afro-brasileira, em todas as suas dimensões, no currículo educacional. Consideramos, do ponto de vista teórico-metodológico, as abordagens decolonial e antirracista as mais eficazes para o estabelecimento de narrativas não hegemônicas e o rompimento de hierarquias culturais. No entanto, acreditamos que essas abordagens devam ser amadurecidas nos debates acadêmicos, sobretudo no campo do Ensino Religioso, mas também compartilhados com as comunidades, que trazem as vivências cotidianas e, portanto, apontam problemas imediatos das relações étnico-raciais ligadas às identidades e religiosidades de matrizes específicas.</p> 2024-03-07T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 //periodicos.ufam.edu.br/index.php/amazonida/article/view/13617 Espaços de formação docente: análise do estágio em docência em cinco programas de doutorado nas cinco regiões brasileiras 2023-11-08T18:09:08+00:00 Sinomar Soares de Carvalho Silva sinomaruft@gmail.com Francisco Gilson Rebouças Pôrto Júnior gilsonportouft@gmail.com <p>O objetivo deste artigo é discutir o estágio em docência na pós-graduação stricto sensu. O estudo investigou, por meio de uma análise textual discursiva, os regimentos gerais e de estágio dos programas de doutorado em Educação das universidades federais de Goiás, Pará, Rio Grande do Sul, Bahia e Minas Gerais. Os resultados demonstraram que há pouco ou nenhum espaço para o tema nos regimentos gerais e uma construção genérica e simples dos regulamentos de estágio. Em todos os programas há linhas de pesquisa teorizando sobre formação docente, oferecendo-nos pistas para afirmarmos que as universidades consideram a formação docente um tema transversal nos programas, limitando as potencialidades do estágio durante o percurso formativo dos alunos.</p> 2024-03-07T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 //periodicos.ufam.edu.br/index.php/amazonida/article/view/13086 Educar pra valer ou adestrar pra valer? Discussões sobre o trabalho docente 2023-09-26T16:23:52+00:00 Davi Amancio de Souza daviamancio95@gmail.com Arlete Ramos dos Santos arlete.ramos@uesb.edu.br <p>O artigo traz reflexões sobre o Programa Educar pra Valer em interface com o trabalho docente desenvolvido numa escola pública campesina de Vitória da Conquista, no Estado da Bahia. Destaca-se a estreita relação da Base Nacional Comum Curricular, a BNCC, com o referido programa, bem como a presença e a influência de organismos internacionais e de instituições da iniciativa privada em sua estrutura organizacional. Com vistas ao desvelamento da realidade e envolta nas múltiplas determinações que envolvem o objeto de estudo, a pesquisa está fundamentada no método dialético, tendo a entrevista semiestruturada como recurso metodológico para a investigação de campo. Dessa forma, buscaram-se respostas aos seguintes questionamentos: a) a quem interessa a implantação do Programa Educar para Valer em escolas públicas? b) por que parece haver um certo deslumbramento das escolas participantes com a ideologia do Programa Educar para Valer, em vez da percepção de inconsistências que o permeiam? c) o Programa Educar para Valer, que surge alinhado à BNCC, visa emancipar ou alienar, educar ou adestrar as escolas participantes e os sujeitos? Considerando a elaboração de uma nova crítica da economia política, tem-se na teoria marxista a importância desse exercício crítico-reflexivo no que diz respeito à alienação em relação ao trabalho docente enquanto modo de produção. Os resultados da pesquisa revelaram que, embora o Programa Educar pra Valer, quanto à sua proposta e aplicabilidade, desconsidere os princípios de uma Escola Democrática por atuar na perspectiva da valorização de indicadores quantitativos e não das subjetividades de escolas e sujeitos, parece, ainda assim, haver um certo deslumbramento das escolas participantes quanto à sua ideologia.</p> 2024-03-07T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 //periodicos.ufam.edu.br/index.php/amazonida/article/view/12231 Infâncias e crianças ribeirinhas da Amazônia paraense: brincadeiras reveladas no seu cotidiano como elemento da organização do meio social educativo na educação infantil 2023-07-11T19:31:21+00:00 Jeyse Sunaya Almeida de Vasconcelos subela24@hotmail.com Sinara Almeida da Costa sinaraacs@hotmail.com <p>Este artigo é parte de uma pesquisa realizada com crianças da educação infantil de uma comunidade ribeirinha da Amazônia paraense. Discute, a partir da Teoria Histórico-Cultural (THC) de Vigotski, a forma como a organização do meio social educativo pode interferir na brincadeira de faz de conta nos espaços coletivos de educação na infância, reconhecendo a importância do meio e das relações nele estabelecidas como fatores de constituição e desenvolvimento humano. Participaram da pesquisa treze crianças entre três e quatro anos de idade. As crianças foram observadas brincando em suas casas e na escola. Foram analisados os temas, os objetos e as peculiaridades das brincadeiras. Os resultados apontam que brincar de subir em árvores, construir brinquedos com folhas, sementes e galhos de árvores, tomar banho no rio, brincar de pescar, andar de canoa etc., constituem-se como espaços de relação social e de desenvolvimento, sendo peculiares ao brincar das crianças ribeirinhas. Contudo, a escola tem utilizado um currículo “urbanocêntrico” e o brincar não tem ocupado lugar de destaque no meio social educativo organizado pela professora. Na rotina das crianças, a brincadeira acontece em momentos isolados e é tida pela docente como passatempo e dispêndio de energia. Conclui-se que, se a escola da infância tem como objetivo interferir de modo positivo no desenvolvimento social da personalidade consciente das crianças, faz-se necessário organizar o meio social educativo de modo a não apenas possibilitar o brincar, mas acima de tudo, impulsioná-lo. Assim, o brincar passa a ser princípio norteador das práticas pedagógicas dos professores.</p> 2024-03-07T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024