HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi <p style="text-align: justify;"><strong>Missão</strong></p> <p style="text-align: justify;">A Revista&nbsp;<em>Hon no Mushi</em>&nbsp;configura-se em um espaço crítico e reflexivo voltado à promoção e expansão da interlocução de ideias, culturas, bem como a convergência de estudos científicos diversos e novos conhecimentos nos campos da literatura, da língua e da cultura japonesas e do ensino de línguas. Assim, acolhe os desdobramentos revelados nas mais distintas formas de expressão científica, constituindo-se em verdadeiro e legítimo convite a diferentes inscrições a partir da fecunda multiplicidade de olhares.</p> <p style="text-align: justify;">&nbsp;</p> Universidade Federal do Amazonas - Ufam pt-BR HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 2526-3846 <p>Os direitos autorais pertencem à Revista Hon no Mishi - Estudos Multidisciplinares Japoneses e aos autores de cada artigo. Todo trabalho ou parte dele, quando citado ou utilizado, deve ser referenciado.&nbsp;</p> EDIÇÃO COMPLETA //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi/article/view/7158 <p>Edição completa.</p> Cacio José Ferreira Copyright (c) 2019 HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2020-04-06 2020-04-06 4 7 1 310 APRESENTAÇÃO //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi/article/view/7157 <p>Apresentação</p> Cacio José Ferreira Copyright (c) 2019 HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2020-04-06 2020-04-06 4 7 7 13 O HAICAI EM LÍNGUA PORTUGUESA: MÉTRICA E RIMA //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi/article/view/5416 <p>O presente artigo oferece um recorte de dados que compõem a dissertação de mestrado <em>Haicai, uma análise da produção em língua japonesa: tema, forma e conteúdo,</em> de 2011, orientada pela Doutora Elga Pérez Laborde. Apresenta haicais analisados quantitativamente em relação a suas rimas e métricas com o intuito de traçar linhas gerais da produção desses poemas em língua portuguesa. Análises quanto a número de sílabas e rimas evidenciam como os poetas brasileiros buscaram, não uma forma de se escrever haicai, mas variaram e criaram diversos modelos e haicais únicos utilizando recursos próprios da poesia em língua portuguesa.</p> Daniel Machado Copyright (c) 2019 HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-06-09 2019-06-09 4 7 15 25 HAICAIS DE KOBAYASHI ISSA: TRADUÇÕES PARA O OCIDENTE //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi/article/view/5517 <p>RESUMO: O presente texto propõe uma comparação de traduções de três haicais do poeta japonês Kobayashi Issa (小林一茶, 1763-1828) para o português brasileiro e para o inglês estadunidense, com o objetivo de apresentar modelos de como tal poesia é difundida nas comunidades culturais norte-americana e brasileira, almejando estabelecer critérios para traduções futuras dentro do gênero. Os textos de chegada são analisados em relação aos textos de partida sob o conceito da <em>recriação</em>, teoria proposta por Campos (2006), devido ao haicai ser um gênero amparado em elementos de composição exteriores ao plano semântico. Ainda dentro da comparação das traduções, busca-se refletir a visão da literatura comparada referida por Zhirmunsky (2011), a qual ressalta a influência dos fatores temporal e social na composição, o que ajuda a compreender as diferenças entre as traduções, uma vez que os tradutores observam os poemas de posições diferentes e buscam em seus textos objetivos distintos. Tais dessemelhanças se revelam nas comparações e demonstram que um melhor desempenho tradutório está atrelado a uma ampla consideração do contexto de produção, das peculiaridades do autor e dos elementos de natureza não-semântica relacionados à composição; assim como do lugar e função que esses aspectos encontram nos textos.</p> Leonardo Reis Copyright (c) 2019 HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-06-09 2019-06-09 4 7 26 39 OS HAICAIS E A LÍRICA CONTEMPORÂNEA DA POETIZA ALICE RUIZ //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi/article/view/6418 <p>O objetivo deste trabalho é analisar haicais e poemas da poetiza paranaense Alice Ruiz sob a ótica dos Estudos Literários Contemporâneos. Para isso, torna-se necessária a apresentação e discussão da transformação dos papéis da mulher na sociedade ao longo da história para, logo em seguida, apresentar as principais representantes da literatura feminina brasileira que influenciaram muitas poetizas e escritoras pós-modernas. Por fim, buscar-se-á investigar a composição lírica de haicais e poemas feitos na segunda metade do século XX pela escritora Alice Ruiz. A fundamentação teórica está pautada nas análises dos teóricos Angela Soares, Massaud Moisés e Nadia Gotlib, para os quais a literatura, obras e autores devem ser estudados em seus contextos, muito mais do que o estudo específico dos aspectos formais do texto literário.</p> Thiago Benitez de Melo Copyright (c) 2019 HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-09-23 2019-09-23 4 7 40 50 A HERMENÊUTICA DA PRESENÇA, DE HANS GUMBRECHT E ZEN-BUDISMO: UM DIÁLOGO DENTRO DA POÉTICA DO HAIKAI //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi/article/view/6140 <p>No presente trabalho, pretendemos estabelecer um diálogo entre a hermenêutica da presença, do filósofo alemão Hans Ulrich Gumbrecht e a filosofia zen-budista através da expressão poética do Haikai, observando as nuances dialógicas entre ambas as vertentes de pensamento, demonstrando a importância que tanto uma quanto a outra oferecem ao contato direto do indivíduo humano com as coisas do mundo, sendo a experiência direta/estética o que nos permitiria vivenciar os componentes de sentido e de presença e como esse instantâneo do aqui/agora se configura no estilo do Haikai. Tal como afirma Gumbrecht, a experiência do sentido será sempre mais predominante a partir de um texto, enquanto a presença predominará fora do âmbito da racionalidade, logicidade e condicionamentos orgânicos, para utilizarmos um termo de Deleuze. O zen-budismo, acreditando também na experiência direta, deixando para trás o intelecto, dialoga diretamente com esta visão hermenêutica.</p> Ayanne Larissa Almeida de Souza Copyright (c) 2019 HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-09-01 2019-09-01 4 7 51 72 PRODUÇÃO DE HAICAIS PELOS IMIGRANTES JAPONESES NO AMAZONAS: A DIALÉTICA COM A NATUREZA AMAZÔNICA //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi/article/view/6620 <p>Um dos critérios para se elaborar o poema haicai é a presença do <em>kigo</em>, que significa literalmente “termo da estação do ano”, podendo perceber, nesse sentido, a valorização da natureza por meio desta poética precisa, constituída de versos de 17 sílabas, na ordem de 5-7-5 sílabas. Assim, o presente estudo faz reflexões acerca dos poemas haicai produzidos pelos imigrantes japoneses no Amazonas, pontuando a relação do homem com o meio, no sentido de fazer brotar, de modo singelo e breve, a valorização da fauna e flora da região amazônica. A esse caráter criativo, reflexivo e imaginativo relativo à poesia, Alfredo Bosi (2015, p. 9) assevera como sendo “o abrigo da memória, os tons e as modulações do afeto, o jogo da imaginação e o estímulo para refletir, às vezes agir”. É uma investigação de caráter bibliográfico e, nesse sentido, repousa sobre as leituras dos textos pertinentes, fichamento das obras teóricas e do <em>corpus</em>. Adota-se como procedimento para a pesquisa do <em>corpus</em>, inicialmente, as traduções dos poemas para o português das obras escritas em língua japonesa, seguido posteriormente de interpretação e análise, enfatizando os conteúdos relativos ao ecossistema, neles entrelaçados. A importância dessa investigação está calcada na peculiaridade com que são produzidos os poemas haicai no Amazonas pelos imigrantes japoneses, empregando, por meio do <em>kigo,</em> os elementos da natureza amazônica. Outrossim, verificou-se que existe um grêmio para produção de poemas haicai em língua japonesa pelo grupo de imigrantes vinculados à Associação Nipo-Brasileira da Amazônia Ocidental, cuja reunião acontece mensalmente. É uma investigação preliminar que destaca a harmonia do homem com a natureza amazônica.</p> Linda Midori Tsuji Nishikido Copyright (c) 2019 HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-10-23 2019-10-23 4 7 72 83 HAICAI EM LIBRAS? AS POSSIBILIDADES MÉTRICAS EM POEMAS DA LÍNGUA DE SINAIS //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi/article/view/6674 <p>O presente artigo visa, por meio de uma análise da estrutura do poema sinalizado “Escondido sozinho embaixo do mundo”, de Cao Benassi, expor um novo olhar sobre a produção literária em língua de sinais. Esse olhar foi possível graças uma nova concepção linguística, baseada nos pressupostos linguísticos saussurianos, aliados a compreensão dialógica bakhtiniana da linguagem, naquilo que chamei de “linguística do encontro”. Para tal, faço uma breve revisão literária sob três aspectos: a métrica e as rimas em poemas sinalizados; a escrita de sinais; e em relação à concepção linguística do encontro. A análise do poema que desvela a métrica em poemas de língua de sinais é puramente estrutural. O poema utilizado foi composto para demonstrar a viabilidade da grafia da língua de sinais por meio da VisoGrafia. Espera-se, com isso, divulgar um novo método de produção e análise da poética em língua de sinais.</p> Claudio Alves Benassi Copyright (c) 2019 HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-11-01 2019-11-01 4 7 84 103 O CAMINHO DO HAIKAI NO E DO RIO DE JANEIRO: OBSERVAÇÕES SOBRE A PRÁTICA DO NÚCLEO DE HAIKAI DO INSTITUTO CULTURAL BRASIL-JAPÃO //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi/article/view/6689 <p>Valendo-se de uma inquietação quanto a potência simbólica do discurso nikkei sobre cultura japonesa, este texto interpreta a prática do haikai no Rio de Janeiro através da observação participante no Núcleo de Haikai/Haikai do Instituto Cultural Brasil-Japão. Quais seriam os elementos que substanciam essa prática? Quem são os autores lidos? São algumas de nossas questões desenvolvidas para defender, com apoio da proposta teórico-metodológica da antropologia de Clifford Geertz (a descrição densa), o papel do haikai na configuração de uma condição de duplo exotismo: o haikai como objeto e a própria prática haicaísta majoritária de não-descendentes no cenário carioca, é decisiva para uma reavaliação da discursividade nikkei sobre a cultura japonesa neste estado.</p> Mateus Martins Nascimento Pedro Paulo Ribeiro dos Santos Copyright (c) 2019 HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-11-13 2019-11-13 4 7 104 122 DO HAIKAI JAPONÊS AO HAICAI BRASILEIRO: INTERPRETAÇÃO E PERFORMANCE //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi/article/view/6696 <p>Este artigo toma como referência o livro de minha autoria, “<em>Haikai e Performance: imagens poéticas”</em>. Aqui, eu destacaria, resumidamente, alguns pontos importantes da obra publicada, no Brasil, em 2016, no que se refere às relações entre haikai e performance. O livro nasceu a partir da pesquisa realizada sobre a experiência prática da montagem da performance HAIKAI – somente as nuvens nadam no fundo do rio e explora os estudos de performance como metodologia de análise, assim como manifestações de performance art, com foco na presença do artista (relação vida e arte) e em aspectos visuais corporificados em obras desse gênero. Com a publicação de Haikai e Performance: imagens poéticas tem-se, além de um panorama geral do haikai e de teorias da performance, a criação original de uma relação entre estas duas expressões artísticas. Trata-se de comparação e crítica literária, baseada em estudos teóricos anteriores, postos em diálogo e espelhamento. Estudos de Paulo Franchetti sobre o haikai e os de Vera Casa Nova sobre ideogramas, textos e imagens, assim como, as teorias sobre performance desenvolvidas por Richard Schechner e Diana Taylor, além de todos os outros citados na obra, certamente foram fundamentais para se construir esse novo caminho que aproxima haikai e performance.</p> Roberson De Sousa Nunes Copyright (c) 2019 HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-11-15 2019-11-15 4 7 123 132 MANUTENÇÃO DA CULTURA NIKKEI POR MEIO DE HAICAI //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi/article/view/6699 <p>Embora os Nikkei brasileiros sejam etnicamente japoneses morando no Brasil, as suas tradições e costumes que eles mantêm representam o espírito japonês que ainda permanece na comunidade deles. Neste ensaio pretendo analisar os haicais de quatro haicaístas: Matsuo Bashō, Nenpuku Satō, Guilherme de Almeida, e Teruko Oda. Contrastando as diferenças e semelhanças entre estes haicais, pretendo explicar melhor a perspectiva Nikkei brasileira enquanto à identidade e manutenção cultural.</p> Miguel Germán Román Copyright (c) 2019 HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-11-19 2019-11-19 4 7 133 151 TERUKO ODA EM “A CANÇÃO DA TERRA NATAL”: UMA NARRATIVA DE MEMÓRIAS E DO FAZER HAICAI //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi/article/view/6700 <p>O presente artigo discute como o haicai, um fazer poético originário de um país tão distante, foi inserido na literatura brasileira. Partindo do pressuposto de que o haicai tem suas origens no Brasil através dos imigrantes japoneses, apresento Teruko oda, escritora filha de imigrantes que possuía estreita relação com Masuda Goga. Pela escrita de Oda o haicai passa a ter influência até mesmo na escola, com a adoção de seu livro pelo PNLD/SP. A haicaísta mantêm em seus haicais a estética do haicai tradicional japonês e assim se consolida como a mais influente escritora do gênero na atualidade. Em sua obra mais intimista, Waga furusato no uta: Canção da terra natal, Teruko oda narra detalhes da sua vida e trajetória no mundo do haicai através da “escrita de si”, termo originário em Foucault, que ilustra um tipo de literatura típico dos tempos de hoje.</p> <p>&nbsp;</p> Amanda Souza dos Santos Copyright (c) 2019 HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-11-19 2019-11-19 4 7 152 158 NOTAS SOBRE O KINSEI SHŌSETSU //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi/article/view/4092 <p>O presente trabalho tem como objetivo mostrar um panorama da produção literária japonesa em prosa no período Edo conhecida como Kinsei shōsetsu. Neste, discrimina-se quais foram os gêneros produzidos, de modo a apresentar as suas principais características e obras como ponto de partida para o ensino da literatura japonesa do período em questão sem a pretensão de apresentar todas as minúcias. Conta, também, com tópicos e textos ilustrativos.</p> Ernesto Atsushi Sambuichi Copyright (c) 2019 HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-09-03 2019-09-03 4 7 160 176 O USO DE APLICATIVOS NA ALFABETIZAÇÃO DA LÍNGUA JAPONESA //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi/article/view/7166 <p>No mundo contemporâneo, há diversos aplicativos de aprendizagem contendo um rol de idiomas, cada um com uma determinada peculiaridade no que tange o processo metodológico de como a língua é ensinada. À vista disso, o presente artigo analisa, brevemente, o processo do uso de aplicativos móveis como ferramenta de alfabetização em língua japonesa, na modalidade L2. A língua japonesa possui um sistema de escrita que difere da língua portuguesa, o que necessita por parte do aluno, inicialmente, que passe pelo processo de alfabetização, ou seja, que associe como cada som se comporta com um determinado kana (letra). Assim, é necessário investigar como essa prática é discutida na comunidade acadêmica brasileira por meio de trabalhos científicos, além de mesclar esses conhecimentos com o entendimento de autores que corroboram com temáticas referentes a alfabetização, ensino de língua japonesa e tecnologias na aprendizagem. Respectivamente, Barbosa (2013), Costa (2013) e Masetto (2000). O método adotado no atual artigo baseia se em pesquisa bibliográfica na área estudada e levantamentos bibliográficos. Espera-se que o resultado seja o melhor entendimento da temática abordada.</p> Etevaldo Alves de Siqueira Junior Copyright (c) 2019 HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-12-31 2019-12-31 4 7 177 186 CONEXÕES ENTRE A COMPOSIÇÃO MUSICAL E A ESTÉTICA JAPONESA EM “TOOROS NA RIBEIRA” //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi/article/view/6431 <p>O presente artigo procura apresentar o processo criativo da obra musical <em>Tooros na Ribeira</em>, para violão solo, de minha autoria. Essa obra foi desenvolvida a partir de alguns pontos da estética japonesa, que serão elucidados no artigo. Foi realizada uma investigação acerca dos atributos que caracterizam essa estética, para então demonstrar como ela pôde ser incorporada na composição.</p> Thales Godoi Nunes Acacio Tadeu de Camargo Piedade Copyright (c) 2019 HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-09-25 2019-09-25 4 7 187 205 AS CAUDAS DA RAPOSA: ENSAIO TEÓRICO SOBRE INARI E SUA CONCEPÇÃO COMO DIVINDADE JAPONESA //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi/article/view/6695 <p>O presente artigo tem como objetivo principal demonstrar um panorama geral sobre a divindade japonesa <em>Inari</em>, levando em consideração a carga cultural importada juntamente com as correntes ideológicas e culturais que levaram o Budismo e os <em>kanji</em> para o Japão, as correntes de acontecimentos dentro da história japonesa, que influenciaram de forma direta ou indiretamente a formação religiosa no Japão, e a visão da população japonesa com relação ao divino e ao culto em si.</p> Allan Nywner Praia Mendonca Copyright (c) 2019 HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-11-15 2019-11-15 4 7 206 217 VAGA-LUMES EM AKIYUKI NOSAKA //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi/article/view/6697 <p>O presente artigo procura analisar o conto “A grave of fireflies” [Túmulo dos vaga-lumes], do escritor japonês Akiyuki Nosaka. Publicado originalmente em 1967, o texto relata a história de dois irmãos que tentam sobreviver aos bombardeios aéreos durante a Segunda Guerra Mundial. Propõe-se analisar a importância e a significado dos vaga-lumes na narrativa, levando-se em consideração as ponderações de Georges Didi-Huberman e Pier Paolo Pasolini sobre o tema, assim como o contexto histórico e social no qual o texto está inserido.</p> Maria Silvia Duarte Guimarães Copyright (c) 2019 HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-11-19 2019-11-19 4 7 218 228 "HAGOROMO" CONCRETO: PEÇA POEMA //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi/article/view/6698 <p><strong><span style="font-weight: 400;">Considerando a relação antiga da arte poética japonesa com as artes visuais sob forma de pintura e caligrafia, e a relativa modernidade desta utilização na arte ocidental com o movimento concretista, analiso no presente artigo a aplicação executada por Haroldo de Campos do espaçamento, da diagramação, entre outros métodos da poesia concreta, como significantes na sua transcriação da peça de nô Hagoromo, de Zeami. Campos, aproveitando-se de própria experiência enquanto poeta, utilizou os métodos supracitados como compensação para os efeitos poéticos presentes na caligrafia e na escrita ideogrâmica do original; especificamente, alinhou a informação estética do espaçamento com a da caligrafia, assim como os concentrados poéticos para a tradução dos ideogramas. Utilizo como referências a teoria do próprio Campos, assim como de Darci Kusano, Paulo Warth Gick e Shuichi Kato, para apontar a semelhança entre essas estratégias visuais e sua importância cultural.</span></strong></p> Maria Schwertner Gomes de Almeida Copyright (c) 2019 HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-11-19 2019-11-19 4 7 229 238 A SOMBRA NAS OBRAS LITERÁRIAS DE JUN’ICHIRŌ TANIZAKI //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi/article/view/6787 <p>No ensaio intitulado <em>In'ei Raisan </em>(<em>Em louvor da sombra</em>), escrito em 1933, Jun’ichirō Tanizaki discorre sobre a arquitetura; a arte; o tom de pele; o vestuário; a comida e vários outros elementos japoneses em contraste ao estilo ocidental. Refletindo sobre a estética japonesa, o autor sugere uma predileção dos orientais pela penumbra; mistério e sombra, se comparados aos ocidentais, que, por sua vez, optariam mais pela claridade; luz e exposição. Dessa forma, intenciona-se, no presente estudo, explorar a sombra presente no ensaio de Tanizaki, a partir do conceito de<em> yin</em>, existente na filosofia taoísta, que, ao lado do budismo e do confucionismo, teve grande influência na cultura japonesa e também o arquétipo de sombra vinculado à teoria junguiana, que dialoga com as influências do <em>tao</em> no pensamento ocidental. Procura-se também observar brevemente a disposição das sombras em algumas obras literárias publicadas por Tanizaki.</p> Rafaella Denise Lobo Pastana Copyright (c) 2019 HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-11-22 2019-11-22 4 7 239 258 INFLUÊNCIA DA NASALIZAÇÃO DE VOGAIS NA PRONÚNCIA DO MANAUARA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DA LÍNGUA JAPONESA //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi/article/view/7003 <p>O objetivo desta pesquisa é analisar o fenômeno da nasalização do manauara na pronúncia da língua japonesa, com foco na variável fonológica e fonética, considerando se estes podem se tornar um obstáculo na aquisição da língua. Através de pesquisa bibliográfica, coleta de dados, da aplicação de questionário e entrevistas gravadas com alunos do curso de Letras – Língua e Literatura Japonesa da Universidade Federal do Amazonas – UFAM, procurou-se compreender em que ocasiões estas variáveis se realizam na pronúncia de língua japonesa pelo falante manauara. Para isto, foram consideradas as vertentes intralinguísticas e extralinguísticas, utilizando o <em>software Praat</em> para análise de sons. A partir dos resultados obtidos, se chegou à conclusão de que os participantes manauaras possuem tendência a nasalizar vogais sucedidas de consoante nasal quando em posição de sílaba tônica, de formas que a produção deste fenômeno pode gerar equívocos quanto à compreensão do significado de determinadas palavras.</p> Sarah Micaia Benevides Figueira Copyright (c) 2019 HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2020-01-19 2020-01-19 4 7 259 297 A VIDA DE UM HOMEM DE MUITOS AMORES //periodicos.ufam.edu.br/index.php/HonNoMushi/article/view/6687 <p>O presente trabalho tem como objetivo apresentar, de modo resumido, a obra <em>Kôshoku Ichidai Otoko</em>, de Ihara Saikaku, oferecendo informações sobre sua autoria, e posicionando-a dentro do panorama da produção literária japonesa em prosa no período Edo, como ponto de partida para o ensino da literatura japonesa do período em questão sem a pretensão de apresentar todas as minúcias. Conta, também, com tópicos e textos ilustrativos, com base no resumo de Kobayashi Yasuharu do livro “Arasuji de yomu Nihon no Koten” e no original de Ihara Saikaku, <em>Kôshoku Ichidai Otoko</em> publicada pela Editora Kadokawa.</p> Cristina Rosoga Ernesto Atsushi Sambuichi Copyright (c) 2019 HON NO MUSHI - ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES JAPONESES - ISSN 2526-3846 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-11-10 2019-11-10 4 7 299 309