Canoa do Tempo https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/Canoa_do_Tempo <p style="text-align: justify;">A <strong>Revista CANOA DO TEMPO </strong>é uma publicação acadêmica online mantida e editada pelo Programa de Pós Graduação em História da Universidade Federal do Amazonas (PPGH-UFAM). Tem como objetivo divulgar resultados inéditos de pesquisas na área de História e interdisciplinar, com ênfase nos estudos que tenham por temática a região Amazônica. Tem como público alvo pesquisadores, estudantes e demais interessados pelo campo da História e áreas afins. O conselho científico conta com especialistas pertencentes a instituições reconhecidas nacional e internacionalmente. A revista não cobra taxas e o conteúdo é disponibilizado em Acesso Livre. Os critérios de seleção do tema de cada dossiê estão atentos aos debates historiográficos nacionais e internacionais, incentivando a construção de um diálogo profícuo entre pesquisadores das diferentes regiões brasileiras. Seus artigos estão catalogados nos seguintes indexadores de metadados, buscadores e bibliotecas virtuais: <a href="http://antigo.cnen.gov.br/centro-de-informacoes-nucleares/livre">LIVRE: revistas de livre acesso</a>; <a href="https://scholar.google.com.br/citations?view_op=list_works&amp;hl=pt-BR&amp;authuser=1&amp;user=TibxzW8AAAAJ">Google Acadêmico</a>; <a href="https://periodicos.ufam.edu.br/">Portal de Periódicos da UFAM</a>; <a href="https://sumarios.org/revista/canoa-do-tempo">Sumário de Revistas Brasileiras</a>; <a href="https://diadorim.ibict.br/handle/1/1819">Diadorim</a>; <a href="https://www.citefactor.org/journal/index/22928/canoa-do-tempo-revista-do-programa-de-ps-graduao-em-histria-da-ufam#.X-0TCthKjIV">CiteFactor: academic cientific journals</a>; <a href="http://www.sindexs.org/JournalList.aspx?ID=5233">Scientific Indexing Services</a>; <a href="https://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=29892">Latindex</a>; <a href="https://www.redib.org/Record/oai_revista5936-canoa-do-tempo">REDIB</a>; <a href="https://doaj.org/toc/2594-8148?source=%7B%22query%22%3A%7B%22filtered%22%3A%7B%22filter%22%3A%7B%22bool%22%3A%7B%22must%22%3A%5B%7B%22terms%22%3A%7B%22index.issn.exact%22%3A%5B%221982-0755%22%2C%222594-8148%22%5D%7D%7D%5D%7D%7D%2C%22query%22%3A%7B%22match_all%22%3A%7B%7D%7D%7D%7D%2C%22size%22%3A100%2C%22sort%22%3A%5B%7B%22created_date%22%3A%7B%22order%22%3A%22desc%22%7D%7D%5D%2C%22_source%22%3A%7B%7D%7D">DOAJ</a>; <a href="https://www-periodicos-capes-gov-br.ezl.periodicos.capes.gov.br/index.php?option=com_pmetabusca&amp;mn=88&amp;smn=88&amp;type=p&amp;sfx=aHR0cHM6Ly9idXNjYWRvci5wZXJpb2RpY29zLmNhcGVzLmdvdi5ici9WP2Z1bmM9ZmluZC1lai0xJmluc3RpdHV0ZT1DQVBFUyZwb3J0YWw9Tk9WTyZuZXdfbG5nPVBPUg%3D%3D&amp;sfxparam=2594-8148">Portal de Periódicos da CAPES</a>.</p> Universidade Federal do Amazonas pt-BR Canoa do Tempo 1982-0755 <p>Esta obra está licenciada com uma Licença &lt;a rel =" license "href ="&nbsp;<a href="https://u928059.ct.sendgrid.net/wf/click?upn=FCN3ORrWzstxFmmMlqzCj0xsX7JQV535D5gIPhnEkuqExreE79hksD3SzAeBrIRwucl0xt1iL-2ByrMqKgLXLslw-3D-3D_h9-2BlUZ7verAhw3TxlJC44XouPPMjpZqfjlBeaqz55f-2FeDuf-2FVO-2FYa1JYYcSWvD9Jcn7dhe0-2Feu4Lz242rcCm5n9fZOTEz9ABV72gEPJpux2U-2FMeZ3PelmFO-2BnJwqmOHFrO9ZpuLULrF-2FEbIBAYyjssZ6wPFhwYRpbLyn-2FWg4iqi1IiXO4NmUVHvhMPp-2Fb3oqbTwgJFZ-2FPoAbrdcHb6xwKoNbVaz-2FrLZ-2F4et62-2B9z9vo-3D" target="_blank">http: / /creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/</a>&nbsp;"&gt;</p> APRESENTAÇÃO. https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/Canoa_do_Tempo/article/view/8679 <p>Canoa do Tempo, Revista do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Amazonas, inicia hoje uma nova etapa de sua trajetória, assumindo o desafio da publicação em fluxo contínuo e, desta forma, colocando à disposição de seus leitores os primeiros artigos do volume 13 (2021).<br>Periodizada, ampliando seus indexadores e avançando continuamente nas avaliações do Qualis Periódico, a revista espera fechar o volume ao final deste ano de 2021 alcançando a meta editorial da publicação de cinquenta trabalhos, entre artigos livres e resenhas (ambas no modelo de fluxo contínuo), além dos dossiês “Fronteiras étnicas e conflitos sociais no Rio Madeira”, “Experiências coloniais na África: Instituições dinâmicas e sujeitos” e “Religiões e religiosidades na Amazônia”, cuja publicação está prevista, respectivamente, para os meses de abril, julho e dezembro.</p> <p>Por fim, gostaríamos de externar nosso desejo de que nesses tempos de negacionismo, fake news e pandemia, possamos a partir de nosso campo profissional e de nossa atuação, reforçar insistentemente os ideais de defesa da vida, e projetar os valores humanistas, a ciência e o conhecimento como os vetores que podem nos habilitar à um futuro promissor.</p> Luis Balkar Sá Peixoto Pinheiro Copyright (c) 2021 Canoa do Tempo 2021-02-11 2021-02-11 13 1 1 10.38047/rct.v13.FC.2021.ap.p.1 ENGENHEIROS, INDÍGENAS E OPERÁRIOS: OS MALFADADOS CAMINHOS DA ESTRADA DE FERRO MADEIRA-MAMORÉ (1870-1883) https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/Canoa_do_Tempo/article/view/8119 <p>A construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM) é uma das páginas mais trágicas da história amazônica. Entre indígenas, operários e engenheiros foram erigidos travosos conflitos e desafios de alteridade, enredados na complexa relação com as territorialidades do rio Madeira no século XIX. O presente estudo tem o objetivo de discutir alguns elementos desse cenário histórico a partir do escrutínio de jornais, fontes oficiais e narrativas de viagem. A base analítica principal da proposta perpassa a leitura de um relatório de engenheiros viajantes, que estruturaram a Comissão Morsing. O grupo foi responsável por sondar as possibilidades de execução da obra da estrada de ferro na floresta, que à época já havia sido abandonada duas vezes. A viagem da comitiva rendeu um pormenorizado relatório em 1883, no qual podem ser lidas narrativas sobre as experiências e estranhamentos dos engenheiros nos sertões amazônicos, com foco na estadia em Santo Antônio no rio Madeira.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Amazônia; Rio Madeira; Comissão Morsing.</p> Antonio Alexandre Isídio Cardoso Copyright (c) 2021 Canoa do Tempo 2021-04-24 2021-04-24 13 1 16 10.38047/rct.v13.FC.2021.d1.p.1.16 AS FRENTES DE EXPANSÃO NAS FRONTEIRAS DO ALTO MADEIRA (1867–1915) https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/Canoa_do_Tempo/article/view/8090 <p>O presente trabalho tem como objetivo analisar a situação das fronteiras do Alto Madeira, entre os anos de 1867 a 1915, a fim de evidenciar nessa região limítrofe entre Brasil e Bolívia, as interações conflitivas entre povos nativos e as frentes de expansão extrativista e ferroviária. Assim, procuramos corroborar com estudos sobre à formação das fronteiras Sul-americanas, bem como evidenciar os desdobramentos acerca dos movimentos expansionistas em territórios indígenas. Este estudo, parte de uma leitura crítica das fontes históricas documentais, tais como: relatórios oficiais, periódicos locais, tratados de limites territoriais, e das literaturas de época.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Fronteiras; Alto Madeira; interações conflitivas; indígenas.</p> Jorge de Oliveira Campos Copyright (c) 2021 Canoa do Tempo 2021-04-24 2021-04-24 13 1 28 10.38047/rct.v13.FC.2021.d2.p.1.28 O INEVITÁVEL ENCONTRO: POVOS KAGWAHIVA, AGENTES DO SPI E OS COMERCIANTES NO RIO MADEIRA https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/Canoa_do_Tempo/article/view/8675 <p>A presença do SPI nos afluentes do rio Madeira caracterizou-se como o primeiro processo de territorialização que afetou os povos Kagwahiva. Nas décadas seguintes, esses processos sofisticaram-se. A mineração, as aberturas de rodovias no interior das terras indígenas, bem como a penetração da frente agropecuária nos territórios Kagwahiva, representaram a transmutação destes processos. Nesse sentido, o Estado exerceu seu papel ao lançar mão de processos de inculcação de seus preceitos, refletidos na unidade de crença e pertencimento, lembrança sempre da intencional erradicação dos costumes nativos, da vivência do tempo e do espaço cercado pelo grande cerco de paz. É interessante frisar que as imagens do passado dos povos Kagwahiva, que inevitavelmente envolvem todos os conflitos e embates originados nos processos de territorialização orquestrados pelo poder tutelar, serviram, na contemporaneidade, como estratégias de resistência indígena. Tais imagens rememorizadas no cotidiano dos grupos Kagwahiva foram, de certa forma, práticas de luta Kagwahiva, uma espécie de “pacificação do branco”, táticas de defesa do território. Não por acaso, as formas de resistência dos povos Kagwahiva não mobilizam ações apenas no nível micro, mas antes extrapolam fronteiras nacionais, indigenizando a esfera pública.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Pacificação; Kagwahiva; Regime tutelar.</p> Jordeanes do Nascimento Araújo Copyright (c) 2021 Canoa do Tempo 2021-04-24 2021-04-24 13 1 35 10.38047/rct.v13.FC.2021.d3.p.1.35 OS MURA EM MOVIMENTO: MOBILIDADE E RESISTÊNCIA NAS ÁGUAS DO MADEIRA https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/Canoa_do_Tempo/article/view/8117 <p>O artigo trata das dinâmicas territoriais Mura no rio Madeira. Como um grupo social, esses índios estabeleceram relações com o espaço que habitavam desde o século XVIII. Tais relações contribuem para a identidade desses indígenas e são caracterizadas pelo avanço das políticas expansionistas implementadas pelo governo português, até o início do século XIX, e pelo estado brasileiro após o processo de independência e a construção do Estado Nacional. Observa-se uma mudança na relação que os Mura estabeleciam com o espaço: a mobilidade e o território Mura, característicos do século XVIII, foram rearticulados no século XIX, após a Cabanagem. A partir de um diálogo multidisciplinar e fundamentado em análises de acervo documental voltado às políticas de colonização portuguesa e estudos sobre as dinâmicas Mura ao longo do processo de expansão econômica em seu território, esse artigo analisa a resistência e territorialidade Mura, principalmente nos séculos XVIII e XIX no Madeira, assim como, sua resistência, rearticulada em mobilizações políticas pela garantia da identidade Mura na contemporaneidade.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Mura; Rio Madeira; Territorialidade; Mobilidade; Resistência; Amazônia.</p> Vanice Siqueira de Melo Alik Nascimento de Araújo Letícia Pereira Barriga Copyright (c) 2021 Canoa do Tempo 2021-04-24 2021-04-24 13 1 29 10.38047/rct.v13.FC.2021.d4.p.1.29 A ÍNDIA MUNDURUCU CAROLINA ROSALINA DE OLIVEIRA E SEUS LIDERADOS NA LUTA CONTRA O ESBULHO DE SEU TERRITÓRIO ÉTNICO: O CONFLITO DO RIO ATININGA, MANICORÉ/AM (1955) https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/Canoa_do_Tempo/article/view/8083 <p>O artigo recupera os conflitos envolvendo os moradores do lugar Alegria, no rio Atininga (Manicoré), liderados pela índia Mundurucu Carolina Rosalina de Oliveira, contra o esbulho e a intrusão dos territórios étnicos praticados pelos patrões Raimundo Avelino, Antonio Avelino e Hélio Rego. Pela dimensão e gravidade do conflito, acabou sendo bem documentado pelos jornais de grande circulação do Estado e pelo Serviço de Proteção aos Índios, o SPI, revelando uma intensa disputa discursiva sobre o ocorrido e seus desdobramentos. Nesse episódio, duas visões contrastantes estavam em jogo: de um lado, uma baseada em uma economia predatória voltada para o mercado internacional e concentrada na extração e beneficiamento da castanha e de outros recursos, do outro, uma visão em que o modo de vida construído pela busca da dignidade constitui-se no principal valor pelo qual se luta.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Conflito; território; etnicidade.</p> Davi Avelino Leal Dário Duarte Araújo Copyright (c) 2021 Canoa do Tempo 2021-04-24 2021-04-24 13 1 16 10.38047/rct.v13.FC.2021.d5.1.16 UMA DUPLA CONSTRUÇÃO DISCURSIVA DA ESTRADA DE FERRO MADEIRA-MAMORÉ PELAS FOTOGRAFIAS DE DANA MERRILL https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/Canoa_do_Tempo/article/view/8106 <p>A contratação do fotógrafo Dana Merrill pelo empresário Percival Farquhar obedecia ao propósito de buscar argumentos que justificassem investimentos na construção da Ferrovia Madeira-Mamoré, sobretudo para explicar a justa aplicação dos recursos financeiros captados. Contudo, mais do que promover um discurso fotográfico descritivo, ao perceber que está em uma fronteira civilizacional diferenciada, em termos de origens dos tipos humanos, em contato com autóctones e colonos brasileiros, em condições específicas, Dana Merrill procura retratar a saga, através das suas lentes, querendo por um lado contemplar o pleito do empresário, mas por outro lado demonstrando interesse em difundir um ideal de colonização tecnológica, no embate entre a natureza e a perseverança humana. Considera-se ser o enfoque escolhido pelo fotógrafo uma combinação, que toma um viés voltado aos propósitos de quem o contratou com os próprios interesses do fotógrafo. Por esta perspectiva trabalham-se aspectos teóricos de Bhabha e de Eagleton, para realizar uma análise cultural, municiada de ferramentas complementares, como as oriundas da Análise do Discurso de Pêcheux, dispostas a obter o reconhecimento da dupla resultante da interpretação político-cultural. Noutras palavras, o discurso histórico-visual é visto num âmbito semiótico, apropriado para compreender uma discursividade artística que possuía vistas concretas especiais, no local, pelo autor, podendo ser desvelado o próprio universo cultural da dupla compreensão da época. Ao final, oferece-se a inserção de imagens que ilustram a análise referente ao tema ora apresentado.</p> Patrícia Helena dos Santos Carneiro Júlio César Barreto ROCHA Antônio Cândido da Silva Copyright (c) 2021 Canoa do Tempo 2021-02-11 2021-02-11 13 1 21 10.38047/rct.v13.FC.2021.al1.p.1.21 “SONHO CABANO”: MEMÓRIA DA CABANAGEM E DEMOCRACIA NO CARNAVAL PARAENSE (1985) https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/Canoa_do_Tempo/article/view/7183 <p class="Resumo">Este artigo objetiva um debate acerca dos usos políticos da memória do movimento cabano no Pará. Em especial, serão abordadas as representações da Cabanagem no ano de seu sesquicentenário (1985). Busca relacionar como foram mobilizados sentidos libertários localizados nas evocações de memória da cabanagem que incidiram no carnaval de 1985, denominado “carnaval da democracia”. O foco de análise irá se concentrar no samba-enredo da escola Acadêmicos da Pedreira, intitulado “Sonho cabano”, que foi interpretado pela cantora Fafá de Belém durante o desfile na capital paraense. Neste artigo é defendida a perspectiva de que essa canção analisada sintetiza a noção de memória e democracia no contexto paraense. Nesse sentido, minha proposta é pensar a interface entre política, música, historiografia e literatura. Este estudo é uma reflexão sobre a cultura histórica envolvendo a memória da Cabanagem.</p> Edilson Mateus Costa da Silva Copyright (c) 2021 Canoa do Tempo 2021-02-11 2021-02-11 13 1 22 10.38047/rct.v13.FC.2021.al2.p.1.22 OS CONFLITOS FUNDIÁRIOS ENTRE SESMEIROS E POSSEIROS NOS SERTÕES DO MARANHÃO, PIAUÍ E BAHIA DURANTE O PROCESSO DE CONSOLIDAÇÃO DA CONQUISTA E OCUPAÇÃO COLONIAL (SÉCULOS XVII E XVIII) https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/Canoa_do_Tempo/article/view/8002 <p>Este artigo analisa a concessão de sesmarias e os conflitos fundiários entre sesmeiros e posseiros que ocorreram na parte oriental do Maranhão e no Piauí desde o final do século XVII até 1751, quando há uma inversão política e administrativa, tornando-se Estado do Grão Pará e Maranhão, prolongando-se até o final do governo de Francisco Xavier de Mendonça Furtado (1751-1759). Esse processo representou uma preocupação constante da Coroa portuguesa com o controle político e administrativo da ocupação e do povoamento na região. As ações e decisões da Coroa, governadores e autoridades régias – como ouvidores e provedores –, tiveram como objetivo principal o ordenamento da ocupação e do povoamento, com várias tentativas de regulamento desses conflitos que envolveram indígenas, moradores, senhorios e religiosos na região.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Ocupação; Sesmarias; Conflitos de terras.</p> Samir Lola Roland Copyright (c) 2021 Canoa do Tempo 2021-05-26 2021-05-26 13 1 28 10.38047/rct.v13.FC.2021.al3.p.1.28