https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/Canoa_do_Tempo/issue/feed Canoa do Tempo 2021-03-02T20:54:56+00:00 Luís Balkar Sá Peixoto Pnheiro canoadotempo@gmail.com Open Journal Systems <p style="text-align: justify;">A <strong>Revista CANOA DO TEMPO </strong>é uma publicação acadêmica online mantida e editada pelo Programa de Pós Graduação em História da Universidade Federal do Amazonas (PPGH-UFAM). Tem como objetivo divulgar resultados inéditos de pesquisas na área de História e interdisciplinar, com ênfase nos estudos que tenham por temática a região Amazônica. Tem como público alvo pesquisadores, estudantes e demais interessados pelo campo da História e áreas afins. O conselho científico conta com especialistas pertencentes a instituições reconhecidas nacional e internacionalmente. A revista não cobra taxas e o conteúdo é disponibilizado em Acesso Livre. Os critérios de seleção do tema de cada dossiê estão atentos aos debates historiográficos nacionais e internacionais, incentivando a construção de um diálogo profícuo entre pesquisadores das diferentes regiões brasileiras. Seus artigos estão catalogados nos seguintes indexadores de metadados, buscadores e bibliotecas virtuais: <a href="http://antigo.cnen.gov.br/centro-de-informacoes-nucleares/livre">LIVRE: revistas de livre acesso</a>; <a href="https://scholar.google.com.br/citations?view_op=list_works&amp;hl=pt-BR&amp;authuser=1&amp;user=TibxzW8AAAAJ">Google Acadêmico</a>; <a href="https://periodicos.ufam.edu.br/">Portal de Periódicos da UFAM</a>; <a href="https://sumarios.org/revista/canoa-do-tempo">Sumário de Revistas Brasileiras</a>; <a href="https://diadorim.ibict.br/handle/1/1819">Diadorim</a>; <a href="https://www.citefactor.org/journal/index/22928/canoa-do-tempo-revista-do-programa-de-ps-graduao-em-histria-da-ufam#.X-0TCthKjIV">CiteFactor: academic cientific journals</a>; <a href="http://www.sindexs.org/JournalList.aspx?ID=5233">Scientific Indexing Services</a>; <a href="https://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=29892">Latindex</a>; <a href="https://www.redib.org/Record/oai_revista5936-canoa-do-tempo">REDIB</a>; <a href="https://doaj.org/toc/2594-8148?source=%7B%22query%22%3A%7B%22filtered%22%3A%7B%22filter%22%3A%7B%22bool%22%3A%7B%22must%22%3A%5B%7B%22terms%22%3A%7B%22index.issn.exact%22%3A%5B%221982-0755%22%2C%222594-8148%22%5D%7D%7D%5D%7D%7D%2C%22query%22%3A%7B%22match_all%22%3A%7B%7D%7D%7D%7D%2C%22size%22%3A100%2C%22sort%22%3A%5B%7B%22created_date%22%3A%7B%22order%22%3A%22desc%22%7D%7D%5D%2C%22_source%22%3A%7B%7D%7D">DOAJ</a>;</p> https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/Canoa_do_Tempo/article/view/8679 APRESENTAÇÃO. 2021-02-14T20:34:13+00:00 Luis Balkar Sá Peixoto Pinheiro canoadotempo@gmail.com <p>Canoa do Tempo, Revista do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Amazonas, inicia hoje uma nova etapa de sua trajetória, assumindo o desafio da publicação em fluxo contínuo e, desta forma, colocando à disposição de seus leitores os primeiros artigos do volume 13 (2021).<br>Periodizada, ampliando seus indexadores e avançando continuamente nas avaliações do Qualis Periódico, a revista espera fechar o volume ao final deste ano de 2021 alcançando a meta editorial da publicação de cinquenta trabalhos, entre artigos livres e resenhas (ambas no modelo de fluxo contínuo), além dos dossiês “Fronteiras étnicas e conflitos sociais no Rio Madeira”, “Experiências coloniais na África: Instituições dinâmicas e sujeitos” e “Religiões e religiosidades na Amazônia”, cuja publicação está prevista, respectivamente, para os meses de abril, julho e dezembro.</p> <p>Por fim, gostaríamos de externar nosso desejo de que nesses tempos de negacionismo, fake news e pandemia, possamos a partir de nosso campo profissional e de nossa atuação, reforçar insistentemente os ideais de defesa da vida, e projetar os valores humanistas, a ciência e o conhecimento como os vetores que podem nos habilitar à um futuro promissor.</p> 2021-02-11T21:14:37+00:00 Copyright (c) 2021 Canoa do Tempo https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/Canoa_do_Tempo/article/view/8119 Indígenas, operários e engenheiros 2021-03-02T20:54:56+00:00 Antonio Alexandre I Cardoso alexandre.antonio@ufma.br <p>A construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM) é uma das páginas mais trágicas da história amazônica. Entre indígenas, operários e engenheiros foram erigidos travosos conflitos e desafios de alteridade, enredados na complexa relação com as territorialidades do rio Madeira. O presente artigo tem o objetivo de discutir alguns elementos desse cenário histórico a partir do escrutínio de jornais, fontes oficiais e narrativas de viagem. A base analítica principal deste estudo perpassa a leitura de um relatório de engenheiros viajantes, que conformavam a Comissão <em>Morsing</em>. O grupo publicou um pormenorizado relatório em 1883, descrevendo suas experiências de viagem, com foco na estadia no canteiro de obras em Santo Antônio no rio Madeira.</p> 2021-03-02T20:54:55+00:00 Copyright (c) 2021 Canoa do Tempo https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/Canoa_do_Tempo/article/view/8106 UMA DUPLA CONSTRUÇÃO DISCURSIVA DA ESTRADA DE FERRO MADEIRA-MAMORÉ PELAS FOTOGRAFIAS DE DANA MERRILL 2021-02-14T20:23:48+00:00 Patrícia Helena dos Santos Carneiro patriciacarneiro@unir.br Júlio César Barreto ROCHA juliorocha@unir.br Antônio Cândido da Silva a.candido.silva@hotmail.com <p>A contratação do fotógrafo Dana Merrill pelo empresário Percival Farquhar obedecia ao propósito de buscar argumentos que justificassem investimentos na construção da Ferrovia Madeira-Mamoré, sobretudo para explicar a justa aplicação dos recursos financeiros captados. Contudo, mais do que promover um discurso fotográfico descritivo, ao perceber que está em uma fronteira civilizacional diferenciada, em termos de origens dos tipos humanos, em contato com autóctones e colonos brasileiros, em condições específicas, Dana Merrill procura retratar a saga, através das suas lentes, querendo por um lado contemplar o pleito do empresário, mas por outro lado demonstrando interesse em difundir um ideal de colonização tecnológica, no embate entre a natureza e a perseverança humana. Considera-se ser o enfoque escolhido pelo fotógrafo uma combinação, que toma um viés voltado aos propósitos de quem o contratou com os próprios interesses do fotógrafo. Por esta perspectiva trabalham-se aspectos teóricos de Bhabha e de Eagleton, para realizar uma análise cultural, municiada de ferramentas complementares, como as oriundas da Análise do Discurso de Pêcheux, dispostas a obter o reconhecimento da dupla resultante da interpretação político-cultural. Noutras palavras, o discurso histórico-visual é visto num âmbito semiótico, apropriado para compreender uma discursividade artística que possuía vistas concretas especiais, no local, pelo autor, podendo ser desvelado o próprio universo cultural da dupla compreensão da época. Ao final, oferece-se a inserção de imagens que ilustram a análise referente ao tema ora apresentado.</p> 2021-02-11T21:19:56+00:00 Copyright (c) 2021 Canoa do Tempo https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/Canoa_do_Tempo/article/view/7183 “SONHO CABANO”: MEMÓRIA DA CABANAGEM E DEMOCRACIA NO CARNAVAL PARAENSE (1985) 2021-02-14T19:58:35+00:00 Edilson Mateus Costa da Silva edilson.silva@escola.seduc.pa.gov.br <p class="Resumo">Este artigo objetiva um debate acerca dos usos políticos da memória do movimento cabano no Pará. Em especial, serão abordadas as representações da Cabanagem no ano de seu sesquicentenário (1985). Busca relacionar como foram mobilizados sentidos libertários localizados nas evocações de memória da cabanagem que incidiram no carnaval de 1985, denominado “carnaval da democracia”. O foco de análise irá se concentrar no samba-enredo da escola Acadêmicos da Pedreira, intitulado “Sonho cabano”, que foi interpretado pela cantora Fafá de Belém durante o desfile na capital paraense. Neste artigo é defendida a perspectiva de que essa canção analisada sintetiza a noção de memória e democracia no contexto paraense. Nesse sentido, minha proposta é pensar a interface entre política, música, historiografia e literatura. Este estudo é uma reflexão sobre a cultura histórica envolvendo a memória da Cabanagem.</p> 2021-02-11T21:21:24+00:00 Copyright (c) 2021 Canoa do Tempo