http://periodicos.ufam.edu.br/index.php/educacaoInclusiva/issue/feed Pesquisa e Prática em Educação Inclusiva 2020-02-19T22:37:19+00:00 Samuel Vinente samuelvinente@ufam.edu.br Open Journal Systems <p><img src="/ojs/public/site/images/svinente/capa_oficial.jpg"></p> <p><strong>Pesquisa e Prática em Educação Inclusiva</strong> tem periodicidade semestral, sendo editada pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). A Revista tem como objetivo a disseminação de conhecimento em Educação Inclusiva, com temáticas relacionadas à Educação Especial, Educação do Campo, Educação Indígena, Educação para Relações Étnico-Raciais, Alfabetização, Educação de Jovens e Adultos, Educação em Direitos Humanos e Educação Ambiental. O periódico publica artigos originais, principalmente de pesquisa, porém abrindo espaço para ensaios, artigos de revisão, relatos de experiências, trabalhos de conclusão de curso, entrevistas e resenhas. Poderão ser apreciados pelo Comitê Editorial dossiês propostos por pesquisadores de três ou mais instituições brasileiras ou internacionais sobre os diversos temas relacionados à Educação Inclusiva.</p> http://periodicos.ufam.edu.br/index.php/educacaoInclusiva/article/view/7055 EDITORIAL 2020-02-12T20:07:59+00:00 Samuel Vinente samuelvinente@ufam.edu.br <p><strong>Pesquisa e Prática em Educação Inclusiva</strong> é o primeiro periódico científico do Amazonas e da Região Norte, voltado para a disseminação do conhecimento na área da Educação Inclusiva. Desde a primeira edição contamos com o apoio interno da Pró-Reitoria de Inovação Tecnológica (PROTEC), da Pró-Reitoria de Extensão (PROEXTI), da Editora da Universidade Federal do Amazonas (EDUA), da Faculdade de Educação (FACED) e o apoio externo do Programa de Pós-Graduação em Educação Especial (PPGEEs) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).</p> 2020-02-12T20:07:53+00:00 Copyright (c) 2020 Pesquisa e Prática em Educação Inclusiva http://periodicos.ufam.edu.br/index.php/educacaoInclusiva/article/view/6416 MITOS E REALIDADES SOBRE ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO: A VISÃO DOS PROFESSORES DE ENSINO FUNDAMENTAL II 2020-02-19T22:20:14+00:00 Cleber Gimenes Freitas clegifrei@gmail.com <p>Este estudo investigou quais são os mitos sobre as Altas Habilidades/Superdotação (AH/SD) que permeiam o pensamento dos professores de Ensino Fundamental II de uma escola da rede estadual paulista, localizada na zona leste da cidade de São Paulo. Participaram da pesquisa 16 professores, sendo dois de cada disciplina. Por meio de um questionário sobre os mitos em torno das AH/SD e acerca da formação acadêmica e experiência profissional dos professores, constatou-se que algumas crenças equivocadas ainda povoam o pensamento dos docentes a respeito dos estudantes com AH/SD. Grande parte dos professores ainda acredita que as AH/SD é uma característica que depende exclusivamente de estímulos ambientais, que os estudantes que possuem dons artísticos não necessitam de estimulação tanto quanto aqueles com alta habilidade em matemática ou linguagem, que os estudantes com AH/SD não necessitam de atendimento especial e que apresentam alto desempenho em todas as disciplinas escolares. O estudo apontou também a precariedade com que a temática relacionada às AH/SD e à educação especial em geral é abordada tanto nos cursos de formação inicial dos docentes quanto nos horários coletivos da escola.</p> 2020-02-19T22:18:31+00:00 Copyright (c) 2020 Pesquisa e Prática em Educação Inclusiva http://periodicos.ufam.edu.br/index.php/educacaoInclusiva/article/view/5340 OS DESAFIOS DA FORMAÇÃO E ATUAÇÃO EM SALA DE AULA: AS PERSPECTIVAS DOS PROFESSORES EM ESCOLAS DO CAMPO NO MUNICÍPIO DE CASTELO (ES) DIANTE DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA 2020-02-19T22:34:04+00:00 Cristiane Lopes Rocha Oliveira cristiane.oliveira@ufv.br Raquel Valani raquelvalani@hotmail.com <p>No presente trabalho, analisam-se as interfaces associadas à Educação Inclusiva e à Educação do Campo, na cidade de Castelo (ES), a partir da perspectiva dos docentes que possuem alunos com deficiência, matriculados regularmente nos anos finais do Ensino Fundamental, nas escolas do Campo em 2018. Para tanto, a metodologia escolhida possui caráter exploratório, de cunho descritivo, com abordagem qualitativa, utilizando-se um questionário semiestruturado aplicado a quarenta professores do referido contexto. Desse modo, foi possível perceber a impactante fragilidade do sistema educacional, no que diz respeito à inclusão efetiva nas escolas, uma vez que os docentes relataram enfrentar grandes dificuldades na criação de propostas pedagógicas, além de alegarem falta de formação profissional e de políticas públicas efetivas para atender a essa demanda.</p> 2020-02-19T22:34:03+00:00 Copyright (c) 2020 Pesquisa e Prática em Educação Inclusiva http://periodicos.ufam.edu.br/index.php/educacaoInclusiva/article/view/4834 OS ARQUIVOS GIF COMO FERRAMENTAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA COMUNICAÇÃO NÃO VERBAL EM CRIANÇAS COM AUTISMO. 2020-02-19T22:37:19+00:00 ERICA PIRES CONDE ericaconde@uol.com.br <p>É sabido que, no quadro clínico do autismo, a ausência de comunicação parece ser um dos primeiros aspectos a serem observados por pais e terapeutas. Partindo desses pressupostos, indicamos como problema do estudo: Como os GIFS podem contribuir para o desenvolvimento da comunicação não verbal em crianças autistas?São nossos objetivos: Mostrar a importância dos GIFS em espaços terapêuticos com pessoas autistas e Indicar as habilidades comunicativas que podem ser trabalhadas com o uso de GIFS em ambientes terapêuticos. O estudo aqui realizado é bibliográfico e de cunho qualitativo, porque fazemos a análise de alguns tipos de GIFS que servirão de modelo para a atuação de terapeutas. Buscamos nos fundamentar em autores como Siegel (2008), Zampirole e Sousa (2012), Araujo e Lotufo Neto ( 2014) que discutem sobre autismo; Franchi (1976), Albano (1990), Geraldi, (1995), Delfrate, Santana e Massi (2009) , Veloso ar al ( 2011) e Segeren (2015) que discutem características da linguagem no autismo; e, por fim, Marcuschi (2010), Lupinacci (2015), Lupinacci (2016) que falam sobre os gêneros digitais e o arquivo GIF. O resultado aponta para a possibilidade de trabalho com linguagem não verbal, por meio do gênero digital GIF, como ferramenta de ensino, no contexto terapêutico, sendo o terapeuta o mediador nas interpretações desses textos.</p> 2020-02-19T22:37:18+00:00 Copyright (c) 2020 Pesquisa e Prática em Educação Inclusiva http://periodicos.ufam.edu.br/index.php/educacaoInclusiva/article/view/6037 APRENDIZAGEM COMPARTILHADA: UM OLHAR SOBRE AS DIFICULDADES DA INCLUSÃO ESCOLAR 2020-02-19T22:30:08+00:00 JOANA D'ARC ORIS DA SILVA joana.oris@hotmail.com <p><strong>RESUMO</strong></p> <p><strong>&nbsp;</strong></p> <p>Devido à necessidade na busca de mais informações sobre o assunto, que é pouco abordado, a utilização da teoria do construtivismo em sala de aula para fins inclusivos, friso neste artigo a importância da compreensão da atuação dos professores sobre os alunos com deficiência e a dificuldade que as escolas, de modo geral, possuem em manter o aluno. Esse conteúdo em que o presente artigo vem enfatizando é algo que cresce a cada dia no meio em que vivemos principalmente em ambientes escolares, daí surge a necessidade em conhecer as particularidades do método construtivista e a inclusão, que se utilizados de forma adequada, formará cidadãos ativos a partir de estratégias e procedimentos de aprendizagem adequados, mesmo sabendo que algumas instituições não respeitam o ritmo de aprendizagem dos educandos. Os autores que embasaram essa pesquisa foram Piaget (1985), Freire (1996) e Minetto (2008). A pesquisa é de cunho bibliográfico, o qual possibilita apontar diversos pontos sobre a educação e, assim sendo, sobre como o educador pode atuar de forma clara visando o bem-estar de todos, agindo de forma natural afim de demonstrar a importância da inclusão e as estratégias didáticas sobre o assunto abordado.</p> 2020-02-19T22:30:08+00:00 Copyright (c) 2020 Pesquisa e Prática em Educação Inclusiva http://periodicos.ufam.edu.br/index.php/educacaoInclusiva/article/view/5240 IDENTIDADE DE GÊNERO E SEXUALIDADE NA CONTEMPORANEIDADE: UM PARALELO ACERCA DO PENSAMENTO FILOSÓFICO DE FOUCAULT 2020-02-19T22:03:23+00:00 Daniel Couto de Oliveira danielufam@hotmail.com <p><strong>&nbsp;</strong></p> <p>O artigo tem o objetivo de analisar a importância do pensamento filosófico de Foucault para a construção conceitual entorno dos temas de sexualidade e identidade de gênero. Considerando a relevância de sua obra acerca da sexualidade e das relações de <em>repressão</em> <em>e poder</em> dado ao tema em sociedade, será traçado um paralelo entre sua filosofia e o pensamento de outros estudiosos do tema na contemporaneidade. Tomando como premissa a diferenciação dos conceitos biológicos, religiosos e sociais do significado de espécime masculino e feminino. O método de investigação científica será a pesquisa qualitativa<strong>, </strong>de caráter exploratório, Será de ordem bibliográfica, pois é o passo inicial na construção efetiva de um protocolo de investigação.</p> 2020-01-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Pesquisa e Prática em Educação Inclusiva http://periodicos.ufam.edu.br/index.php/educacaoInclusiva/article/view/6103 A EDUCAÇÃO INCLUSIVA ENQUANTO ÁREA DE PESQUISA: UMA VISÃO A PARTIR DOS PARADIGMAS DE THOMAS KUHN 2020-02-19T22:25:47+00:00 Fernanda Cândido e Silva nandacandido28@gmail.com Eveline Borges Vilela Ribeiro eveline_vilela@yahoo.com.br <p>Este artigo traz um debate acerca do funcionamento da ciência e o papel do pesquisador na própria ciência. Traça um paralelo entre as teorias inovadoras de Thomas Kuhn sobre o progresso da ciência, que passa pelas fases pré-paradigmática, paradigma, ciência normal, crise e revolução/novo paradigma, com a história da evolução da Educação Inclusiva como área de pesquisa. Para tanto foi utilizada a obra de Thomas Kuhn “A Estrutura das Revoluções Científicas” que demonstra a importância dos aspectos históricos e filosóficos da ciência. Concluiu-se que as teorias de Kuhn favorecem o entendimento do processo de evolução histórica e filosófica dos estudos da Educação Inclusiva e todos os paradigmas, crises e revoluções que trouxeram aos entendimentos que se tem sobre as pessoas com deficiência nos dias atuais. Ao final, estabelecemos relações entre o que foi abordado e o que pretendemos desenvolver no projeto de pesquisa.</p> 2020-02-19T22:25:05+00:00 Copyright (c) 2020 Pesquisa e Prática em Educação Inclusiva http://periodicos.ufam.edu.br/index.php/educacaoInclusiva/article/view/5261 EPISTEMOLOGIA E DIDÁTICA. 2020-02-01T02:02:36+00:00 sousa bruno freitas brunofreitas2017@outlook.com.br <p>Muitos estudos tem sido desenvolvidos, acerca da epistemologia e da didática ,porque essas duas grandes áreas trata-se de questões educacionais e está relacionada aos processos cognitivos do ser humano, abordando a língua materna e a matemática em toda sua estrutura .Ao recorrer a um dicionário a palavra epistemologia significa familiaridade em determinado assunto, habilidade e experiência .Enquanto didática nada é mais do que direcionamento ou metodologia de ensino.</p> <p>O ato de planejar, avaliar e organizar todas as ações do processo docente está diretamente relacionado entre esses dois campos de estudo, a epistemologia e a didática. A grande problemática está voltada para expansão dos estudos epistemológicos e didáticos dentro do processo de ensino-aprendizagem, porque há muita ignorância e falta de informação sobre esses dois campos de estudo. A base central desses estudos está alicerçada em grandes pilares da educação: como refletir e repensar sobre o saber, aprender a aprender a ensinar. A concepção da inteligência é um ponto instigante no qual deve ser abordada com precisão em todo cenário educacional porque é uma área descritiva que revela inúmeras descobertas como as múltiplas inteligências que são conceituadas como competências ou habilidades que auxiliam na formação e na construção do conhecimento cientificam. As unidades de ensino desenvolve um papel mais do que fundamental além de formar cidadãos críticos e reflexivos tem a função de desenvolver o raciocínio e a inteligência inteligente do indivíduo. Segundo o autor dessa obra enfatiza que existe dois grandes elementos que envolvem as questões epistemológicas dentro da ação dos docentes: em primeiro lugar contribui intensamente para a elaboração do saber(conhecimento)como uma rede de significados; perceber os resultados obtidos a partir da organização do trabalho escolar.</p> <p>As principais ideias ou teorias citadas nessa obra é citar o papel da epistemologia, o funcionamento da didática e a importância da inteligência como rede de significados. Um dos objetivos dessa obra é a busca constante da possibilidade de interagir a epistemologia e a didática como dois pontos em comum. Perceber a existência de uma ideia ou de um conjunto de ideias dentro do processo de ensino aprendizagem é algo bem interessante porque o conhecimento é definido aqui como uma teia na qual foi tecida obedecendo a conexões entre si, e está presente dentro e fora do trabalho pedagógico e acadêmico.</p> <p>O papel social do educador dentro da área de estudos da matemática e da língua materna, ou seja, de qualquer outra área é desempenhar um papel mutuo de combinação da matemática e da língua materna sendo trabalhadas de forma contextualizada com o objetivo de transformar teorias em conhecimentos práticos.</p> 2020-01-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Pesquisa e Prática em Educação Inclusiva