PICHAÇÃO: UMA VOZ URBANA

  • Rebeca Soares de Lima uea
  • Maison Antonio dos Anjos Batista

Resumo

Deixar uma marca em um muro, desenhar um símbolo, subir em prédios, arriscando a própria vida. Esta é a atividade que muitos pichadores se orgulham de realizar. Orgulham-se, mas poucos sabem exatamente quem é o autor de determinada inscrição ou símbolo. Diante de um ato que beira uma necessidade de ser visto e ouvido por uma sociedade que o ignora, este artigo se propõe a analisar frases legíveis, pichadas nas avenidas Constantino Nery e Djalma Batista, na zona comercial da cidade de Manaus, identificando as manifestações de autoria; e também se as manifestações escritas podem ser classificadas como práticas de um espaço urbano específico, como de Manaus. Ao fim, percebeu-se que as manifestações escritas puderam relevar necessidade de demarcar território, expor protestos sociais e confirmar a atividade como legítima, expondo-se como sujeitos críticos e cientes do espaço que ocupam.

Publicado
2018-12-06
Como Citar
DE LIMA, Rebeca Soares; ANJOS BATISTA, Maison Antonio dos. PICHAÇÃO: UMA VOZ URBANA. Revista Decifrar, [S.l.], v. 6, n. 12, p. 132 - 145, dez. 2018. ISSN 2318-2229. Disponível em: <http://periodicos.ufam.edu.br/Decifrar/article/view/4884>. Acesso em: 18 mar. 2019. doi: https://doi.org/10.29281/rd.v6i12.4884.
Seção
TEMAS LIVRES

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