VIOLÊNCIA, MILITÂNCIA E PROTAGONISMO: A TRAJETÓRIA DA HISTORIOGRAFIA BRASILEIRA NA PRODUÇÃO DE TEXTOS TRANS

  • Júlio Ferro Silva da Cunha Nascimento Universidade Federal do Pará

Resumo

No século XXI, é notável o número de trabalhos sobre as comunidades transexual, transgênero e travesti em comparação com o século anterior, porém, concentrados na antropologia e na saúde. A historiografia tende a manter um “silêncio de Clio” sobre temas envolvendo a letra T, possuindo tímida produção a respeito, sem analisar a militância, a participação social e a contribuição intelectual de pessoas que são transexuais, transgênero ou travesti. O presente artigo propõe apresentar possíveis caminhos para colegas historiadores, problematizações sobre a produção atual dos chamados “temas trans” e a importância de a historiografia participar da pesquisa destas comunidades.

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Estudante de Bacharelado em História pela Universidade Federal do Pará, tem textos publicados a respeito da trajetória e militância de homens trans, mulheres trans e travestis. 

Publicado
2018-08-24
Como Citar
NASCIMENTO, Júlio Ferro Silva da Cunha. VIOLÊNCIA, MILITÂNCIA E PROTAGONISMO: A TRAJETÓRIA DA HISTORIOGRAFIA BRASILEIRA NA PRODUÇÃO DE TEXTOS TRANS. Canoa do Tempo, [S.l.], v. 10, n. 1, p. 52-66, ago. 2018. ISSN 2594-8148. Disponível em: <http://periodicos.ufam.edu.br/Canoa_do_Tempo/article/view/4420>. Acesso em: 19 dez. 2018.